Conto | O anjo do abrigo.

Maria é uma mulher linda e dedicada ao que faz, ela é cuidadora de idosos, todas as manhãs se levanta se banha,se perfuma toma seu café com biscoitos de canela. Em seguida beija sua gatinha Maia e vai trabalhar. Na casa de abrigo onde trabalha todos gostam dela. Sara uma senhorinha de 80 anos fica na cadeira a espreita da porta observando quando Maria desce do ônibus na porta. Tão logo a moça desce, Sara chama todas as outras e se levantam formando um circulo para prender Maria e darem um abraço cheio de carinho. Maria se emociona sempre com o carinho das meninas como ela as chama. Logo após o carinhoso abraço é hora do banho e do café, enquanto Maria auxilia as meninas no banho e na escolha das roupas, Melissa a cozinheira serve a mesa com leite,café e pão de milho com manteiga caseira. Depois do banho todas lindas e perfumadas se sentam e agradecem pelo café, nessa hora ninguém fala uma palavra, mas depois vira uma tagarelice só, cada uma quer dizer a Maria o que a outra fez em sua ausência. Assim as horas passam, as 10 horas é tempo delas mostrarem o trabalho,as pinturas e os crochês, algumas marcam e outras tecem tapetes. Dentre as meninas existe Bruna uma senhora com seus 90 anos que ainda é muito ativa, ela faz colchas com retalhos emendados os pedaços na mão. Ela costura um a um os pedaços e forma uma colcha colorida. Maria fica pensando como Bruna enxerga tão bem e tão ágil, ela faz uma colcha por mês. A chefe do abrigo leva para vender na feira onde elas fazem todos os produtos, desde o doce até os tapetes. Uma vez por mês elas vão de ônibus ao centro da cidade, armam as tendas e permanecem por lá o dia todo. Ao fim do dia venderam quase todos os produtos e se preparam para reiniciar tudo de novo. Elas adoram esse dia da feira, Maria sempre consegue desde o café da manhã na padaria até o jantar a tarde antes de voltarem. Tudo que elas comem e bebem durante esse dia é patrocinado, graças ao esforço e a dedicação de Maria. As 20 horas depois do banho da noite e do chá é hora de Maria voltar pra casa, hora da cessão tortura para as meninas, elas não querem que Maria se vá, porém a moça tem seus afazeres, ela mora só desde que ficou viúva jovem aos 27 anos. Desde então ela trabalha neste abrigo, em casa cuida de uma horta pequena e de sua gatinha que é sua única companhia enquanto está em casa. Maria estudou e se formou em administração, mas não teve coragem de abandonar o abrigo, ela ama aquelas meninas idosas. 
Sara a mais animada das meninas vive com medo de Maria se casar novamente, quando o médico vai ao abrigo uma vez a cada dois meses vista-las ele olha muito pra Maria, Sara vigia cada olhar e depois comenta, não podemos deixar ele se aproximar dela, caso aconteça perderemos seu amor. Bruna diz, se você quer tanto bem a ela tem que deixar que ela arranje um namorado. A bichinha é muito só, tem apenas a gente aqui tudo velha e no fim da vida. Se ela gostar do médico ela não abandona a gente, mas Sara tem medo, sabe que médico não para muito tempo numa cidade. Maria ficou viúva sem filhos, embora jovem ela nunca mais se interessou por outro homem. Será que ela se interessaria pelo médico? Mas o dr Mário Chagas estava mesmo afim daquela mulher linda e tímida. O tempo passava, e as meninas do abrigo sentiam cada vez medo de Maria gostar do médico e sofrer depois. A noite depois do trabalho a moça dividia seu tempo com os livros da faculdade, ela revisava tudo e pesquisava as novidades. Sua gatinha era sua companhia fiel, Maia uma gatinha levada que a moça amava. Mas quando em vez ela pensa em conseguir um trabalho e assim poderia ajudar ainda mais as meninas. Quem sabe o dr Mário lhe ajudaria? Começaria ali uma amizade ou um amor? Ela tentaria falar com ele na próxima visita. As meninas não poderiam nem sonhar na conversa deles. Mas ela falaria quem sabe ele ajudaria a conseguir um trabalho meio período ou então até mesmo a noite. Sara a menina mais levada do abrigo jamais concordaria, ela pegava pirraça e ficava sem comer quando Maria dizia que havia pensado em deixar o abrigo.
Na visita seguinte de dr Mário a moça se encheu de coragem e falou de seus sonhos, ele se prontificou e disse a ela de seu interesse por ela, ambos apertaram as mãos e selaram um acordo. Ou  um amor ?  O amor viria com o passar do tempo, ele já tinha um certo carinho, mas ela jamais pensou em amar novamente. Os dias passaram e depois de dois meses na visita seguinte Mario diria a Maria que ela seria administradora de sua clinica. Ela trabalharia a noite já que não queria deixar o abrigo. Mas ele garantiu a ela que seria por pouco tempo, pois ela se cansaria muito, e também eles iriam namorar e se casariam posteriormente. Maria sorriu meio seco e nada disse, depois voltou-se ao médico agradeceu e disse que o futuro a Deus pertencia. Ele concordou e continuou a trabalhar. Os dias passaram e a rotina de Maria agora era ir ao abrigo durante o dia, a noite depois do abrigo seguia direto para a clinica, ela cuidava de tudo que estava pendente na área administrativa e depois descansava um pouco pela madrugada, as 06 horas ela deixava a clínica seguia até sua casa, cuidava de Maia e das plantas, colhia as verduras frescas e preparava para voltar ao abrigo. Agora ela já não mais auxiliava nos banhos das meninas, chegava as 10 horas depois do café. Sara chorou no inicio, pegou suas pirraças, mas nada adiantou. Quando Maria descia do ônibus em frente elas estavam todas com o círculo pronto, acolhia Maria naquele abraço depois sentavam e falavam todas ao mesmo tempo. Sempre na hora do lazer a moça brincava com elas de adivinhação e fazia exercícios para estimular a memoria, a hora de dormir 60 minutos de 15 as 16 era cruel para Sara que sentia muito medo de dormir e Maria as deixar de vez. Era preciso muito falar de Maria para a senhorinha dormir. Ao despertar corria de encontro a moça e abraçava como se não a visse a muito tempo,isso deixava a moça sem com a voz embargada. Maria pensava se acertasse mesmo com dr Mario levaria Sara com ela,sabia que sem ela Sara não sobreviveria, era totalmente dependente dela. O decorrer do tempo Maria foi aprendendo a gostar de Mario e namoraram, ele um senhor com seus 60 ela com 30 anos.  Mas ele amava ela realmente e estava disposto a fazer tudo que ela pedisse,até mesmo levar Sara para a clinica onde Maria trabalharia direto com ele.  Depois de um ano se casaram e foi uma festa maravilhosa. As meninas do abrigo encheram a noiva de presentes com seus trabalhos artesanais. Sara ficou muito doente com medo de Maria lhe abandonar, depois de uma semana na clinica foi que percebeu que Maria jamais lhe abandonaria. Ali na clinica ela recebia todo amor de Maria e agora de todos funcionários ela ainda viveu mais 05 anos, Maria lhe queria muito bem, quando Sara se foi, ela deixou a clinica e dr Mario se aposentou deixando tudo por conta do diretor que o substituiu, eles saíram em viagem e foram muito felizes.

Texto da escritora Luzia Couto. Direitos Autorais Reservados a autora. Proibida a cópia, colagem, reprodução de qualquer natureza ou divulgação em qualquer meio, do todo ou parte desta obra, sem autorização expressa da autora sob pena de violação das Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual.
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-Luzia Couto é autora do Romance "Uma prisão no paraíso", E o novo romance O Amor Acontece em Toscana, também contos variados primeiro edição volume um. á venda nas livrarias Clube de Autores (Versão Impressa) e Amazon (Versão Digital).


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Maria is a beautiful woman dedicated to what she does, she is the caretaker of the elderly, every morning she rises and bathes, if she perfumes she drinks her coffee with cinnamon biscuits. Then kiss your kitten Maia and go to work. In the shelter where she works everyone likes her. Sara, an 80-year-old lady, sits in the chair lurking on the door, watching as Maria gets off the bus at the door. As soon as the girl descends, Sara calls all the others and rises forming a circle to arrest Maria and give a hug of affection. Maria is always moved by the affection of the girls as she calls them. Soon after the affectionate hug is time for bath and coffee, while Maria helps the girls in the bath and the choice of clothes, Melissa the cook serves the table with milk, coffee and cornbread with homemade butter. After the bath all beautiful and fragrant sit and thank for the coffee, at that time no one speaks a word, but then it turns to a chatter only, each one wants to tell Maria what the other did in his absence. So the hours pass, the 10 o'clock is time for them to show work, paintings and crochets, some brand and others weave carpets. Among the girls there is Bruna a lady in her 90s who is still very active, she makes quilts with patchwork mended pieces in hand. She sews one by one the pieces and forms a colorful quilt. Maria is thinking how Bruna sees so well and so agile, she makes a quilt a month. The head of the shelter leads to sell at the fair where they make all the products, from candy to carpets. Once a month they go by bus to the city center, set up the tents and stay there all day. At the end of the day they sold almost all the products and prepare to restart everything again. They love this fair day, Maria always gets from breakfast in the bakery to dinner in the afternoon before they return. Everything they eat and drink during that day is sponsored, thanks to the effort and dedication of Mary. The 20 hours after the bath of the night and the tea it is time for Maria to return home, time of the assignment torture for the girls, they do not want Maria to leave, but the girl has her chores, she lives only since she was a young widow at the age of 27. Since then she works in this shelter, she takes care of a small vegetable garden and her kitten who is her only company while at home. Maria studied and graduated in management, but did not have the courage to leave the shelter, she loves those old girls.

Sara's most lively girls live in fear that Maria will marry again, when the doctor goes to the shelter once every two months to see them he looks at Maria a lot, Sara watches every look and then comments, we can not let him get close In her case, if we do, we will lose her love. Bruna says, if you want her so well, you have to let her get you a boyfriend. The little bitch is very lonely, there are only people here all old and at the end of life. If she likes the doctor she does not leave us, but Sara is afraid, she knows that doctor does not stay in a city for long. Maria became a widow without children, although she was never interested in another man. Would she be interested in the doctor? But Dr Mário Chagas was really attached to that beautiful and shy woman. Time passed, and the girls in the shelter felt increasingly afraid of Mary liking the doctor and suffering later. The night after work the girl shared her time with the college books, she reviewed everything and researched the news. His kitten was his faithful companion, Maia a taken kitten whom the girl loved. But when instead she thinks about getting a job and so could help even more girls. Maybe Dr Mario would help you? Would I start a friendship or a love there? She'd try to talk to him on the next visit. The girls could not even dream of their conversation. But she would tell you who would help her get a part-time job or even the night. Sara, the most taken girl from the shelter, would never agree, she would get pissed and would not eat when Maria said she had thought of leaving the shelter.


On the next visit of Dr Mario the girl was filled with courage and spoke of her dreams, he volunteered and told her of his interest in her, they both shook hands and sealed a deal. Or a love? Love would come with the passage of time, he already had a certain affection, but she never thought of loving again. The days passed and after two months on the next visit Mario would tell Maria that she would be the administrator of his clinic. She would work at night because she did not want to leave the shelter. But he assured her that it would be for a short time, for she would tire very much, and they too would date and marry later. Maria smiled a little dry and said nothing, then turned to the doctor thanked him and said that the future to God belonged. He nodded and continued to work. The days passed and Maria's routine now was to go to the shelter during the day, the night after the shelter went directly to the clinic, she took care of everything that isnow it was to go to the shelter during the day, the night after the shelter went straight to the clinic, she took care of everything that was pending in the administrative area and then rested a little at dawn, at 6 o'clock she left the clinic went to her house, took care of Maia and the plants, picked the fresh vegetables and prepared to return to the shelter. Now she was no longer helping in the girls' baths, it was ten hours after breakfast. Sara cried at first, took her pangs, but it was no use. When Maria got off the bus in front of them they were all with the circle ready, welcomed Maria in that embrace and then sat down and talked all at the same time. Always in the hour of leisure the girl played with them of divination and did exercises to stimulate the memory, the hour of sleep 60 minutes of 15 to 16 was cruel for Sara that was very afraid to sleep and Maria leave them of time. It was necessary to talk about Mary for the lady to sleep. When she woke up she ran to the girl and hugged her as if she had not seen her for a long time, that left the girl without her voice choked. Maria wondered if she was right with Dr Mario would take Sara with her, knew that without her Sara would not survive, she was totally dependent on her. In the course of time Maria was learning to like Mario and they dated, he a gentleman with his 60 she at the age of 30. But he really loved her and was willing to do whatever she asked, even to take Sara to the clinic where Maria would work directly with him. After a year they got married and it was a wonderful party. Shelter girls filled the bride with presents with her craft works. Sara was very sick for fear that Maria would abandon him, after a week in the clinic she realized that Maria would never leave him. At the clinic she received all the love from Maria and now from all employees she still lived another 05 years, Maria loved him very well, when Sara left, she left the clinic and Dr Mario retired leaving everything for the director who replaced him , they went on a trip and were very happy. 

Text of the author Luzia Couto. Copyright The author is reserved. No part of this work may be copied, collated, reproduced, reproduced or disseminated in any medium without the express authorization of the author under penalty of violation of the Brazilian and International Laws for the Protection of Intellectual Property Rights.
Learn more from the author IN THIS LINK

-Lucia Couto is the author of the novel "A Prison in Paradise", and the new novel The Love Happens in Tuscany, also varied tales first edition volume one. for sale at the bookstores Clube de Autores (Printed Version) and Amazon (Digital Version).
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María es una mujer hermosa y dedicada a lo que hace, ella es cuidadora de ancianos, todas las mañanas se levanta si baña, se perfuma toma su café con galletas de canela. En seguida besa a su gata Maia y va a trabajar. En la casa de abrigo donde trabaja a todos les gusta. Sara una señorita de 80 años se queda en la silla al acecho de la puerta observando cuando María desciende del autobús en la puerta. Tan pronto la muchacha desciende, Sara llama a todas las demás y se levantan formando un círculo para prender a María y dar un abrazo lleno de cariño. María se emociona siempre con el cariño de las niñas como ella las llama. Después de que el cariñoso abrazo es hora del baño y del café, mientras María ayuda a las niñas en el baño y en la elección de las ropas, Melissa la cocinera sirve la mesa con leche, café y pan de maíz con mantequilla casera. Después del baño todas lindas y perfumadas se sientan y agradecen por el café, en esa hora nadie habla una palabra, pero luego se vuelve una charla sólo, cada una quiere decir a María lo que la otra hizo en su ausencia. Así las horas pasan, las 10 horas es tiempo de ellas mostrar el trabajo, las pinturas y los crochés, algunas marcan y otras tejen alfombras. Entre las muchachas existe Bruna una señora con sus 90 años que aún es muy activa, ella hace colchas con retazos enmendados los pedazos en la mano. Ella costura uno a uno los pedazos y forma una colcha coloreada. María se queda pensando como Bruna ve tan bien y tan ágil, ella hace una colcha por mes. La cabeza del abrigo lleva para vender en la feria donde ellas hacen todos los productos, desde el dulce hasta las alfombras. Una vez al mes van de autobús al centro de la ciudad, arman las tiendas y permanecen allí todo el día. Al final del día vendieron casi todos los productos y se preparan para reiniciar todo de nuevo. Ellas adoran ese día de la feria, María siempre consigue desde el desayuno en la panadería hasta la cena por la tarde antes de volver. Todo lo que comen y beben durante ese día es patrocinado, gracias al esfuerzo y la dedicación de María. Las 20 horas después del baño de la noche y del té es hora de que María vuelva a casa, hora de la cesión tortura para las niñas, ellas no quieren que María se vaya, pero la muchacha tiene sus quehaceres, ella vive sólo desde que se quedó viuda joven a los 27 años. Desde entonces ella trabaja en este refugio, en casa cuida de una huerta pequeña y de su gatita que es su única compañía mientras está en casa. María estudió y se formó en administración, pero no tuvo el coraje de abandonar el refugio, ella ama a esas muchachas mayores.

Sara la más animada de las chicas vive con miedo de que María se casara de nuevo cuando el médico va al abrigo una vez cada dos meses a verlas mira mucho a María, Sara vigila cada mirada y luego comenta, no podemos dejar que se acerque de ella, en caso de que suceda perderemos su amor. Bruna dice, si usted quiere tanto bien a ella tiene que dejar que ella arregla un novio. La bichita es muy solo, sólo hay gente aquí todo vieja y al final de la vida. Si a ella le gusta el médico ella no se abandona a la gente, pero Sara tiene miedo, sabe que médico no para mucho tiempo en una ciudad. María se quedó viuda sin hijos, aunque joven nunca más se interesó por otro hombre. ¿Se interesaría por el médico? Pero el dr Mário Chagas estaba incluso afín de aquella mujer hermosa y tímida. El tiempo pasaba, y las muchachas del abrigo sintieron cada vez miedo de María a tener gusto del médico y sufrir después. La noche después del trabajo la muchacha dividía su tiempo con los libros de la universidad, ella revisaba todo e investigaba las novedades. Su gatita era su compañía fiel, Maia una gatita llevada que la muchacha amaba. Pero cuando en vez ella piensa en conseguir un trabajo y así podría ayudar aún más a las niñas. ¿Quién sabe el dr Mário le ayudaría? ¿Comenzaría allí una amistad o un amor? Ella intentaría hablar con él en la próxima visita. Las niñas no podrían ni soñar en su conversación. Pero ella hablaría quién sabe él ayudaría a conseguir un trabajo medio período o incluso hasta la noche. Sara la niña más llevada del refugio jamás concordaría, ella cogía la pirraca y se quedaba sin comer cuando María decía que había pensado en dejar el refugio.

En la visita siguiente de dr Mário la muchacha se llenó de coraje y habló de sus sueños, él se dispuso y le dijo de su interés por ella, ambos apretaron las manos y sellaron un acuerdo. ¿O un amor? El amor vendría con el paso del tiempo, él ya tenía un cierto cariño, pero ella jamás pensó en amar de nuevo. Los días pasaron y después de dos meses en la visita siguiente Mario le diría a María que ella sería administradora de su clínica. Ella trabajaría la noche ya que no quería dejar el abrigo. Pero él le aseguró que sería por poco tiempo, pues ella se cansaría mucho, y también ellos iban a enamorarse y se casar posteriormente. María sonrió medio seco y nada dijo, después se volvió al médico agradeció y dijo que el futuro a Dios pertenecía. Él accedió y continuó trabajando. Los días pasaron y la rutina de María ahora era ir al abrigo durante el día, la noche después del abrigo seguía directamente a la clínica, ella cuidaba de todo lo que estaba pendiente en el área administrativa y después descansaba un poco por la madrugada, las 06 horas ella dejaba la clínica a su casa, cuidaba de Maia y de las plantas, recogía las verduras frescas y preparaba para volver al abrigo. Ahora ya no ayudaba en los baños de las niñas, llegaba a las 10 horas después del café. Sara lloró al principio, cogió sus pirracas, pero nada adelantó. Cuando María descendía del autobús frente a ellas estaban todas con el círculo listo, acogía a María en aquel abrazo después se sentaban y hablaban todas al mismo tiempo. Siempre a la hora del ocio la muchacha jugaba con ellas de adivinación y hacía ejercicios para estimular la memoria, la hora de dormir 60 minutos de 15 a 16 era cruel para Sara que sentía mucho miedo de dormir y María las deja de vez. Era necesario mucho hablar de María a la señorita dormir. Al despertar corría contra la muchacha y abrazaba como si no la viera a mucho tiempo, eso dejaba a la muchacha sin con la voz embargada. María pensaba si acertara incluso con dr Mario llevaría a Sara con ella, sabía que sin ella Sara no sobreviviría, era totalmente dependiente de ella. En el transcurso del tiempo María fue aprendiendo a gustar de Mario y se enamoró, él un señor con sus 60 ella con 30 años. Pero él la amaba realmente y estaba dispuesto a hacer todo lo que ella pidiera, incluso llevar a Sara a la clínica donde María trabajaría directamente con él. Después de un año se casaron y fue una fiesta maravillosa. Las muchachas del abrigo llenaron la novia de los regalos con sus trabajos artesanales. Sara se puso muy enferma con el temor de que María le abandonara, después de una semana en la clínica fue que percibió que María jamás le abandonaría. En la clínica ella recibía todo el amor de María y ahora de todos los empleados ella todavía vivió otros 05 años, María le quería muy bien, cuando Sara se fue, ella dejó la clínica y dr Mario se jubiló dejando todo por cuenta del director que lo reemplazó , ellos salieron en viaje y fueron muy felices. 

Texto de la escritora Luzia Couto. Derechos Reservados Reservados a la autora. Prohibida la copia, pegado, reproducción de cualquier naturaleza o divulgación en cualquier medio, del todo o parte de esta obra, sin autorización expresa de la autora bajo pena de violación de las Leyes Brasileñas e Internacionales de Protección a los Derechos de Propiedad Intelectual. 
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-Luzia Couto es autora del Romance "Una prisión en el paraíso", Y la nueva novela El Amor Acontece en Toscana, también contos variados primera edición volumen uno. a la venta en las librerías Club de Autores (Versión Impresa) y Amazon (Versión Digital)

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