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Literatura | Conto | O olhar de Celeste | Luzia Couto

Muitas vezes Celeste viu da janela de seu pequeno quarto o sol nascer e se pôr, ela que não podia andar devido a um problema nas pernas desde seu nascimento. Sua mãe uma mulher simples e muito trabalhadeira, dedicava seu tempo trabalhando para manter a casa e pagar as despesas extras que aparecessem. Durante os 09 anos de vida de Celeste ela passava a maior parte do tempo olhando pela janela, sua cama ficava no rumo da janela colada na parede, assim ela se sentava e passava ali o tempo, a admirar as belezas que seus olhos alcançavam. Quando a tarde sua mãe chegava do trabalho encontrava a filha sentada, numa destas tardes enquanto Celeste olhava o sol se pondo se perguntou? Será que um dia poderei correr por aqueles campos e olhar de perto aquelas pedras altas onde os animais estão agora? Suely a mãe ouviu e uma imensa dor traspassou seu coração, sabia que a filha jamais andaria, paralisia era uma coisa que não tinha cura, e Celeste nascera com aquela doença. Mesmo assim no fundo de seu coração e de sua alma fez uma prece a Deus que se um dia pudesse, deixasse sua filha andar ainda que pouco. Suely entrou no quarto abraçou a filha e lhe disse sabe filha quando você nasceu, Deus lhe deu uma missão, e sabe qual é? Fazer a mamãe feliz, e alegrar o mundo com este lindo sorriso. Celeste deu um beijo na mãe e respondeu, eu sou feliz mamãe por ter você e seu carinho, eu te amo! Mãe e filhas se emocionaram, logo a seguir Suely foi preparar a comida para celeste. Quando trouxe a bandeja com a janta da filha e a sua, decidiram que assistiriam a um filme enquanto comiam. O jantar foi divertido e o filme chegou ao fim, Celeste então perguntou a mãe o que ela achava de fazer um passeio com ela no campo florido que avistava de sua janela todos os dias. Eu acho lindo ver aquelas flores e aqueles animais pastando o capim verdinho que brota da terra.

-O coração de Suely faltou pouco a parar de bater, como ela poderia ver flores e capim, animais, nada mais tinha além de uma selva de pedras de concretos. A rua que moravam era simples um bairro pobre e muitas casinhas uma sobre a outra. Será que a filha estava com problemas de visão? Na manhã seguinte quando foi trabalhar passou no centro médico e marcou um exame de vista para Celeste. Ao retornar encontrou a filha deitada, e não como de costume a lhe esperar olhando pela janela. Perguntando a filha se estava sentindo alguma coisa Celeste respondeu, mãe ontem a senhora não me respondeu se me levaria para ir ver as flores do campo. Oh sim! Claro que levarei filha, se alegre quero ver seu lindo sorriso iluminando este rosto. Celeste sorriu e sentou na cama, então novamente comeram e assistiram filme, a noite enquanto Celeste dormia, Suely procurou se informar sobre visões além do alcance, como ela poderia ver flores e campo verde, se havia apenas casas. O médico de olhos certamente teria uma explicação. Na manhã seguinte foi trabalhar, na hora da consulta a vizinha que cuidava de Celeste durante o dia a levou até o consultório, Suely aguardava pela filha. Depois de examinar a menina e constatar que não havia nenhum problema na visão, questionou a mãe o motivo da consulta. Ela explicou tudo, o médico estranhou e quis falar com Celeste. Ela afirmou que de sua janela avistava um campo florido lindo, cheio de animais que pastavam o capim verde, e também havia muitas pedras.

-Suely voltou ao trabalho com a cabeça fervilhando, como faria para levar a filha no tal campo. A noite depois de um dia cansativo estava com dor de cabeça, quando retornou encontrou a filha sorrindo e feliz, disse a mãe que o médico era lindo e que queria um óculos daquele do médico. Celeste você quer usar óculos filha? Mãe não para enxergar, é daquele que o médico estava usando um bem bonito escuro. Suely sentiu o coração apertado, primeiro o médico era velho e feio, segundo ele não usava óculos. Sem respostas para suas perguntas, ela serviu o jantar para ela e Celeste, logo depois deixou a filha assistindo ao filme e foi para seu quarto, entre lágrimas de desespero sem saber o que fazer adormeceu. Enquanto dormia teve um sonho estranho, ela conseguia ver através dos olhos de Celeste e com eles ela enxergava o campo florido, as flores balançando ao vento, o capim era verde e bem suculento dava para perceber enquanto os animais deixavam pingar em suas babas. Num grito acordou e foi ao quarto de Celeste que dormia tranquilamente, ela sentou na cama da filha e ficou olhando da janela aquelas casas uma em cima da outra. Suely ficou pensando como sua filha enxergava tanta beleza onde nada tinha de belo. Adormeceu olhando as casas, quando acordou era dia, não trabalharia era domingo, chamou a filha, pegou um táxi e foi com a filha a um parque na cidade. Assim que colocou a cadeira de rodas no chão, aproximaram algumas crianças e começaram a brincar com Celeste que sorria maravilhada, era a primeira vez que saia de sua casa para um passeio. Suely não havia pensando quanto bem poderia fazer a filha a levando para passear, antes ela pensava que a filha seria olhada com desprezo e exclusão. Ao ver o sorriso e a felicidade estampada no rosto da filha sentiu remorsos, como pode privar a filha de viver, de ver gente, brincar com outras crianças, ser livre. Abraçou a filha e pediu que lhe perdoasse por seu tamanho egoismo. Celeste beijou o rosto da mãe secou duas lágrimas que rolaram e disse: Mãe eu consigo ver o seu coração, está triste por achar que me causou algum mal, mas te digo, eu sou feliz por ter você como mãe. Mãe e filha tiveram um dia maravilhoso, o primeiro de muitos que viriam. Em casa Suely pensou...Precisou eu ver através dos olhos de minha filha para acordar do mal que estava lhe causando lhe privando do mundo. Desde aquele dia nunca mais Celeste ficou presa no quarto olhando da janela, ia a escola, na igreja, brincava com outras crianças e aos domingos sua mãe lhe levava ao parque onde passavam o dia encantadas com tanta beleza.
 

Texto da escritora Luzia Couto. Direitos Autorais Reservados a autora. Proibida a cópia, colagem, reprodução de qualquer natureza ou divulgação em qualquer meio, do todo ou parte desta obra, sem autorização expressa da autora sob pena de violação das Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual.

-Luzia Couto é autora do Romance "Uma prisão no paraíso", á venda nas livrarias Clube de Autores (Versão Impressa) e Amazon (Versão Digital).

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Often Celeste saw of her small bedroom window the sun rise and set, she who could not walk because of a problem in the legs since birth. His mother a simple woman and very hardworking, dedicated his time working to keep the house and pay the extra expenses that appear. During the 09 years of life of Celeste she spent most of the time looking out the window, his bed was in the course of glued window in the wall, so she sat there and spent the time to admire the beauty of your eyes could see. When the afternoon her mother came home from work found the daughter sitting, one of these afternoons while Celeste watched the sun setting wondered? Will I one day be able to run for those fields and look closely at those high rocks where animals are now? Suely mother heard and a huge pain pierced her heart, she knew that her daughter never walk, paralysis was something that had no cure, and Celeste was born with that disease. Still deep in his heart and his soul he made a prayer to God that one day could, let her daughter walk yet little. Suely entered the room hugged his daughter and told her daughter know when you were born, God gave him a mission, and you know what? Make the happy mother, and brighten the world with this beautiful smile. Celeste kissed his mother and said, I am happy mom to have you and your honey, I love you! Mother and daughters were moved, immediately after Suely was preparing food for heavenly. When I brought the tray with the daughter dinner and his decided they would watch a movie while eating. Dinner was fun and the film ended, Celeste then asked the mother what she thought of taking a walk with her in flowery field that could see from his window every day. I think beautiful to see those flowers and those animals grazing whiting grass that springs from the earth.

-The Heart of Suely lacked little to stop beating, as she could see flowers and grass, animals, nothing was beyond a jungle of concrete stones. The street was simple living a poor neighborhood and many houses on one another. Will the daughter was with vision problems? The next morning when he went to work passed the medical center and made an eye exam for Celeste. Upon returning she found her daughter lying, and not as usual to wait him out the window. Asking daughter was feeling something Celeste replied, mother yesterday did not you answer me if it would take me to see the flowers of the field. Oh yeah! Of course I'll take daughter, rejoice want to see her beautiful smile lighting up this face. Celeste smiled and sat on the bed, then again ate and watched movie night while Celeste slept, Suely sought to report on visions beyond the reach, as she could see flowers and green field, if there were only houses. The doctor's eyes would certainly have an explanation. The next morning was working at the time of consultation the neighbor who took care of Celeste during the day took her to the office, Suely waiting for her daughter. After examining the girl and see that there was no problem in vision, he questioned the mother the reason for consultation. She explained everything, the doctor was surprised and wanted to talk to Celeste. She said that his window could see a beautiful flowery field, full of animals feeding on green grass, and there were many stones.

-Suely He returned to work with the head seething, as you would to take her daughter in such a field. The night after a tiring day was a headache when he returned found her daughter smiling and happy, told the mother that the doctor was beautiful and I wanted a glasses that the doctor. Celeste you want to wear glasses daughter? Mother not to see, it is that the doctor was wearing a very beautiful dark. Suely felt a heavy heart, first the doctor was old and ugly, he wore no glasses. No answers to her questions, she served dinner to her and Celeste soon after left the daughter watching the movie and went to his room, between tears of despair not knowing what to do slept. While he slept had a strange dream, she could see through the eyes of Celeste and with them she saw the flowery field, the flowers swaying in the wind, the grass was green and juicy and you could tell as the animals left in their dripping drool. A scream woke up and went to Celeste room that slept peacefully, she sat in her daughter's bed and stared at the window those houses one on top of another. Suely wondered how her daughter saw so much beauty which had nothing beautiful. He fell asleep watching the house when she awoke it was day, no work was Sunday, called her daughter, took a taxi and went with her daughter to a park in the city. Once you put the wheelchair on the floor, some children approached and began to play with Celeste smiled in wonder, was the first time out of your house for a ride. Suely was not thinking as well could make the daughter taking her for a walk, before she thought her daughter would be looked upon with contempt and exclusion. Seeing the smile and happiness stamped on his daughter's face felt remorse, how can deprive the child to live, to see people, play with other children, to be free. She hugged her daughter and asked to forgive him for his size selfishness. Celeste kissed his mother's face wiped two tears that rolled down and said, Mom, I can see your heart is sad to think that caused me any harm, but I tell you, I'm glad to have you as a mother. Mother and daughter had a wonderful day, the first of many to come. At home Suely thought ... It took me to see through the eyes of my daughter to wake up the evil that was causing him depriving him of the world. Since that day never Celeste got stuck in the room looking at the window, I went to school, church, playing with other children and Sundays his mother took him to the park where they spent the day enchanted with such beauty.

Luzia Couto writer of the text. Copyright reserved to the author. The copying, collage, reproduction or disclosure of any kind in any medium of all or part of this work without permission of the author under penalty of violation of Brazilian law and International Protection of Intellectual Property Rights.

-Luzia Couto is romance author "A prison in paradise", for sale in bookstores Authors Club (Print Version) and Amazon (Digital Version).

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A menudo Celeste vio de su pequeña ventana de la habitación del amanecer y el atardecer, ella que no podía caminar debido a un problema en las piernas desde su nacimiento. Su madre una mujer sencilla y muy trabajadora, dedicó su tiempo de trabajo para mantener la casa y pagar los gastos extras que aparecen. Durante los 09 años de vida de Celeste pasó la mayor parte del tiempo mirando por la ventana, la cama estaba en el curso de ventana pegados en la pared, así que se sentó allí y pasó el tiempo para admirar la belleza de sus ojos podía ver. Cuando la tarde su madre llegó a casa del trabajo encontró la hija que se sienta, una de estas tardes, mientras que Celeste veíamos el sol poniente se preguntó? ¿Voy a ser algún día capaz de correr durante esos campos y mirar de cerca esas rocas altas donde los animales son ahora? Suely madre oyó y un enorme dolor atravesó su corazón, sabía que su hija nunca caminar, parálisis era algo que no tenía cura, y Celeste nació con esa enfermedad. Aún más profundo de su corazón y su alma hizo una oración a Dios que un día podría, permitir que su hija caminan sin embargo poco. Suely entró en la habitación abrazó a su hija y le dijo a su hija saber cuando usted nació, Dios le dio una misión, y sabes qué? Hacer que la madre feliz, e iluminar el mundo con esta hermosa sonrisa. Celeste besó a su madre y le dijo, estoy feliz mamá para que usted y su miel, Te amo! Madre e hijas se trasladaron, inmediatamente después de Suely estaba preparando la comida para celestial. Cuando me trajo la bandeja con la cena y su hija decidieron que ver una película mientras se come. La cena fue muy divertido y la película terminó, Celeste le preguntó a la madre lo que pensaba de salir a caminar con ella en campo florido que podría ver desde su ventana todos los días. Creo que hermoso ver esas flores y los animales que pastan la hierba pescadilla que brota de la tierra.

-El Corazón de Suely le faltaba poco para parar golpes, ya que podía ver las flores y la hierba, animales, nada estaba más allá de una selva de piedras de hormigón. La calle era simple viviendo un barrio pobre y muchas casas el uno del otro. ¿La hija estaba con problemas de visión? A la mañana siguiente, cuando fue a pasar el trabajo del centro médico e hizo un examen de la vista para la Celeste. Al regresar encontró a su hija acostada, y no como de costumbre para él esperar por la ventana. hija pidiendo se sentía algo respondió Celeste, madre ayer no me contesta si me llevaba a ver las flores del campo. ¡Oh si! Por supuesto que me quedo con la hija, se regocijan querer ver su hermosa sonrisa iluminando esta cara. Celeste sonrió y se sentó en la cama, y ​​luego volvió a comer y observó noche de cine mientras dormía Celeste, Suely trató de informar sobre las visiones más allá del alcance, como se pudo ver flores y campo verde, si sólo había casas. los ojos del doctor sin duda tener una explicación. A la mañana siguiente estaba trabajando en el momento de la consulta al vecino que se hizo cargo de Celeste durante el día, la llevó a la oficina, Suely la espera de su hija. Después de examinar la chica y ver que no había ningún problema en la visión, cuestionó la madre el motivo de consulta. Me explicó todo, el médico se sorprendió y quería hablar con Celeste. Ella dice que su ventana podía ver un hermoso campo florido, lleno de animales que se alimentan de hierba verde, y había muchas piedras.

-Suely Volvió a trabajar con el hirviente cabeza, como si se tratara de llevar a su hija en un campo de este tipo. La noche después de un día agotador era un dolor de cabeza cuando regresó encontró a su hija sonriente y feliz, le dijo a la madre que el médico era hermosa y quería unas gafas que el médico. Celeste usted quiere llevarlo hija gafas? Madre que no se ve, es que el médico llevaba un hermoso oscuro. Suely sintió un peso en el corazón, en primer lugar el médico era viejo y feo, no llevaba gafas. No hay respuestas a sus preguntas, ella sirvió la cena para ella y Celeste poco después de la izquierda a la hija de ver la película y se fue a su habitación, entre lágrimas de la desesperación no saber qué hacer dormía. Mientras dormía tuvo un sueño extraño, pudo ver a través de los ojos de Celeste y con ellos se vio el campo florido, las flores se mecen en el viento, la hierba era verde y jugosa y se podría decir que los animales dejan en su saliva que gotea. Un grito despertó y fue a la habitación Celeste que dormía tranquilamente, se sentó en la cama de su hija y se quedó mirando la ventana de esas casas una encima de otra. Suely se preguntó cómo su hija vio tanta belleza que no tenía nada hermoso. Se quedó dormido viendo la casa cuando se despertó se hizo de día, no hay trabajo era domingo, llamó a su hija, tomó un taxi y se fue con su hija a un parque en la ciudad. Una vez que poner la silla de ruedas en el suelo, algunos niños se acercaron y comenzaron a jugar con Celeste sonrió con asombro, era la primera vez fuera de su casa a dar un paseo. Suely no pensaba así podría hacer que la hija llevándola a dar un paseo, antes de que ella pensó que su hija sería mirado con desprecio y exclusión. Al ver la sonrisa y la felicidad estampada en la cara de su hija sentía remordimientos, ¿cómo se puede privar al niño a vivir, ver a la gente, jugar con otros niños, para ser libre. Se abrazó a su hija y le pidió que lo perdonara por su egoísmo tamaño. Celeste besó la cara de su madre limpió dos lágrimas que rodaban hacia abajo y dijo, mamá, puedo ver tu corazón es triste pensar que me causó ningún daño, pero te digo, me alegro de tenerte como madre. Madre e hija tuvieron un día maravilloso, el primero de muchos por venir. En casa Suely cree ... Esto me llevó a ver con los ojos de mi hija para despertar el mal que le estaba causando privándolo del mundo. Desde ese día nunca Celeste se quedó atascado en la sala mirando a la ventana, fui a la escuela, iglesia, jugando con otros niños y domingos su madre lo llevó al parque donde pasaron el día encantada con tal belleza.

Luzia Couto escritor del texto. Los derechos de autor reservado al autor. La copia, el collage, reproducción o divulgación de cualquier tipo en cualquier medio de todo o parte de este trabajo sin permiso del autor bajo pena de violación de la ley brasileña y Protección Internacional de los Derechos de Propiedad Intelectual.

-Luzia Couto es autor el romance "Una prisión en el paraíso", a la venta en las librerías Autores Club (Versión impresa) y Amazon (versión digital).
...................................................................................................................................................................Souvent, Celeste a vu de sa petite fenêtre de chambre à coucher au lever du soleil et fixé, elle qui ne pouvait pas marcher à cause d'un problème dans les jambes depuis la naissance. Sa mère, une femme simple et très travailleuse, a consacré son temps de travail pour garder la maison et de payer les frais supplémentaires qui apparaissent. Pendant les 09 années de la vie de la Celeste, elle a passé la plupart du temps à regarder par la fenêtre, son lit était dans le cadre de la fenêtre collée dans le mur, alors qu'elle était assise là et a passé le temps d'admirer la beauté de vos yeux pouvait voir. Lorsque l'après-midi sa mère rentrait du travail a trouvé la fille assise, l'un de ces après-midi tandis que Celeste regardé le soleil couchant se demandait? Vais-je un jour capable de courir pour ces champs et examiner de près ces hauts rochers où les animaux sont maintenant? Suely mère a entendu et une douleur énorme percé son cœur, elle savait que sa fille ne marche, la paralysie était quelque chose qui avait pas de remède, et Celeste est née avec cette maladie. Toujours au fond de son cœur et son âme, il a fait une prière à Dieu qu'un jour pourrait laisser sa fille marcher encore peu. Suely entra dans la chambre étreint sa fille et dit à sa fille sait quand vous êtes né, Dieu lui a donné une mission, et vous savez quoi? Faire de la mère heureuse, et illuminer le monde avec ce beau sourire. Celeste embrassa sa mère et dit: Je suis heureux maman pour vous et votre miel ont, Je t'aime! Mère et filles ont été déplacées, immédiatement après Suely préparait la nourriture pour céleste. Lorsque j'ai apporté le plateau avec le dîner de fille et de son ont décidé qu'ils allaient regarder un film tout en mangeant. Le dîner était amusant et le film a pris fin, Celeste a ensuite demandé à la mère ce qu'elle pensait de se promener avec elle dans le champ fleuri qui pourrait voir de sa fenêtre chaque jour. Je pense beau de voir ces fleurs et ces animaux qui paissent l'herbe merlan qui jaillit de la terre.

-Le Coeur de Suely manquait peu pour arrêter de battre, comme elle pouvait voir des fleurs et de l'herbe, les animaux, rien ne dépassait une jungle de pierres en béton. La rue était simple vivre un quartier pauvre et de nombreuses maisons sur un autre. Est-ce que la fille était avec des problèmes de vision? Le lendemain matin, quand il est allé au travail a passé le centre médical et a fait un examen de la vue pour Celeste. À son retour, elle trouva sa fille couchée, et non pas comme d'habitude pour lui attendre la fin de la fenêtre. fille demandé se sentait quelque chose Celeste a répondu, la mère hier ne pas me répondre si cela me prendrait pour voir les fleurs des champs. Oh oui! Bien sûr, je vais prendre la fille, réjouissez-vous envie de voir son beau sourire éclairant ce visage. Celeste sourit et assis sur le lit, puis de nouveau mangé et regardé le film nuit alors que Celeste dormait, Suely a cherché à rendre compte des visions au-delà de la portée, comme elle pouvait voir des fleurs et champ vert, s'il n'y avait que des maisons. Les yeux du médecin auraient certainement une explication. Le lendemain matin, travaillait au moment de la consultation, le voisin qui a pris soin de Celeste pendant la journée l'a emmenée au bureau, Suely attendant sa fille. Après avoir examiné la jeune fille et de voir qu'il n'y avait pas de problème dans la vision, il a interrogé la mère la raison de consultation. Elle a tout expliqué, le médecin a été surpris et voulait parler à Celeste. Elle a dit que sa fenêtre pouvait voir un beau champ fleuri, plein d'animaux qui se nourrissent de l'herbe verte, et il y avait beaucoup de pierres.

-Suely Il est revenu à travailler avec le bouillonnement de la tête, comme vous le feriez pour prendre sa fille dans un tel domaine. Le soir, après une journée fatigante était un mal de tête quand il revint trouva sa fille souriant et heureux, dit à la mère que le médecin était belle et je voulais un verre que le médecin. Celeste vous voulez porter fille lunettes? Mère de ne pas voir, il est que le médecin était vêtu d'un très beau noir. Suely sentit un cœur lourd, d'abord le médecin était vieux et laid, il ne portait pas de lunettes. Pas de réponses à ses questions, elle a servi le dîner à elle et Celeste bientôt après laissé la fille à regarder le film et est allé dans sa chambre, entre les larmes de désespoir ne sachant pas quoi faire dormi. Alors qu'il dormait fait un rêve étrange, elle pouvait voir à travers les yeux de Celeste et avec eux, elle a vu le champ fleuri, les fleurs se balançant dans le vent, l'herbe était verte et juteuse et on pouvait dire que les animaux laissés dans leur bave dégoulinante. Un cri se réveilla et alla à la chambre Celeste qui dormait paisiblement, elle était assise dans le lit de sa fille et fixa la fenêtre ces maisons les unes sur les autres. Suely se demandait comment sa fille a vu tant de beauté qui n'a rien beau. Il est tombé endormi en regardant la maison quand elle se réveilla, il faisait jour, aucun travail était dimanche, a appelé sa fille, a pris un taxi et est allé avec sa fille dans un parc de la ville. Une fois que vous mettez le fauteuil roulant sur le sol, certains enfants sont approchés et ont commencé à jouer avec Celeste sourit dans l'émerveillement, était la première fois hors de votre maison pour un tour. Suely ne pensait pas ainsi pourrait rendre la fille la prenant pour une promenade, avant qu'elle pensait que sa fille serait regardée avec mépris et d'exclusion. En voyant le sourire et le bonheur tamponné sur le visage de sa fille avait des remords, comment peut priver l'enfant de vivre, de voir les gens, jouer avec d'autres enfants, d'être libre. Elle serra sa fille et lui demanda de lui pardonner son égoïsme de taille. Celeste embrassa le visage de sa mère essuya deux larmes qui roulaient vers le bas et dit: Maman, je peux voir votre cœur est triste de penser que m'a causé aucun dommage, mais je vous le dis, je suis heureux de vous avoir comme une mère. Mère et fille ont eu une merveilleuse journée, le premier de beaucoup à venir. A la maison, Suely pensé ... Il m'a fallu de voir à travers les yeux de ma fille de se réveiller le mal qui a été la cause de lui le privant du monde. Depuis ce jour, jamais Celeste est resté coincé dans la chambre en regardant la fenêtre, je suis allé à l'école, l'église, en jouant avec d'autres enfants et le dimanche sa mère l'emmena au parc où ils ont passé la journée enchantée avec une telle beauté.

Luzia Couto auteur du texte. Droit d'auteur réservé à l'auteur. La copie, le collage, la reproduction ou la divulgation de toute nature sur tout support de tout ou partie de ce travail sans l'autorisation de l'auteur, sous peine de violation de la loi brésilienne et de la protection internationale des droits de propriété intellectuelle.

-Luzia Couto est roman auteur "Une prison au paradis", en vente dans les librairies Auteurs Club (Version imprimable) et Amazon (Digital Version)..







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