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Conto | Suzane Uma menina especial | Escritora Luzia Couto

Suzane uma menina linda e inteligente, mas existe um obstáculo para a pequena Suzane vencer, ela é deficiente das pernas e não consegue andar normal. As crianças de sua idade correm e brincam porém ela olha e pensa será que um dia poderei eu também correr livre por ai? A mãe de Suzane é uma mulher de fibra que trabalha o dia todo num restaurante para ajudar nas finanças de casa. Suzane fica em casa depois de chegar da escola e cuida de um irmãozinho menor, a menina com seus 11 anos está uma mocinha e sente vergonha de andar diferente das outras amigas. Para ir para a escola a menina chora não quer ir, diz a mãe que todos a olham com pena e quase todos correm dela quando se aproxima. Laurita a mãe fica triste e explica para a filha que Deus a fez assim, não precisa sentir vergonha. Explica que ela é saudável e muitas crianças têm as pernas normais, mas não tem saúde. Suzane parece aceitar a conversa da mãe, no entanto chora no silêncio de seu quarto. Tudo que a menina queria era andar normal sem as pernas tortas e viradas para trás. Ela não usava cadeiras de rodas conseguia andar sem elas, mas era difícil caminhar pelas pedras de sua rua até a escola. Uma manhã quando Suzane caminhava para ir a escola ficou pensando por que eu sofro por ser assim, minha mãe tem razão, eu como, bebo, durmo, tenho saúde e tenho uma família, e minha colega Iza tem as pernas normais, mas não tem mãe. Neste pensamento Suzane ficou o dia todo, enquanto cuidava de Luizinho o irmão, ela cantarolava alegre a vizinha estranhou, ela era sempre calada, foi até e ficou observando sem chamar pela menina. Suzane cantava e tinha um brilho diferente no olhar, o que aumentava sua beleza.

A vizinha ficou pensando o que teria acontecido para Suzane estar assim tão feliz ao ponto de cantar, mas guardou para si e foi trabalhar. Quando Laurita chegou em casa naquela tarde achou tudo diferente, a casa estava limpa, a comida estava pronta Suzane sabia cozinhar aprendera desde os 09 anos. Luizinho estava tomado banho e dormia, Suzane fazia seus trabalhos de escola. Laurita pergunta a filha quem esteve aqui filha? Não teve ninguém, eu estou animada e resolvi lhe dar uma mãozinha. A partir de hoje vou lhe ajudar sempre mãe, as duas se abraçaram e choraram de emoção. Laurita pede pra filha lhe explicar o que lhe fez mudar de atitude, ela explica que refletiu sobre conversa que tiveram e chegou a conclusão que ela estava certa. Nem sempre podemos ter tudo, ela tinha mãe, pai, irmão, casa tudo, Iza era normal, mas não tinha mãe, Augusto não tinha pai, Jussara não tinha nem pai, nem mãe, e muitos colegas não tinham casa e muitas vezes nem comida direito. Então eu decidi que serei feliz assim como sou mamãe afirma Suzane a Laurita. A noite passou e na manhã seguinte o dia estava lindo, quando Suzane ia para a escola uma colega que nunca havia falado com ela antes, para o carro oferece carona, ela aceita e elas conversam. No recreio algumas meninas que sempre a ignoravam também a procurou e brincaram juntas. Quando voltou para escola ganhou de novo carona com a colega, as duas estavam se tornando amigas pensava aflito o coração de Suzane. Em casa tudo foi como no dia anterior, tudo arrumado ela feliz.

Depois de algum tempo Suzane era amiga de toda turma da escola, as crianças da idade dela brincavam as brincadeiras que ela pudesse participar. A mãe de uma colega da escola era médica e ofereceu ajuda para ela, sabia que não tinha como reverter a situação, mas pode amenizar o esforço que Suzane fazia para andar. Ela que nunca aceitara antes a possibilidade da cadeira de rodas agora ganha uma motorizada e fica feliz. Quando está cansada ela usa a cadeira, mas se estiver bem anda assim mesmo, já não sente vergonha e ninguém mais implica com ela. Laurita agora é uma mãe feliz, antes sentia muito a tristeza da filha. A vizinha disse a Suzane que aprendeu com ela, no momento que ela se aceitou como é, e na medida que foi sentindo feliz por estar viva e saudável, ela também que antes reclamava de tudo parou de reclamar. Suzane sentia muito feliz e tudo a sua volta se tornava bonito e agradável a seus olhos, ela passou a olhar a vida de outra forma. Apesar de ser muito nova ela tinha consciência que era uma pessoa feliz, tinha Deus, família e agora muitos amigos.


Texto da escritora Luzia Couto. Direitos Autorais Reservados a autora. Proibida a cópia, colagem, reprodução de qualquer natureza ou divulgação em qualquer meio, do todo ou parte desta obra, sem autorização expressa da autora sob pena de violação das Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual.
Luzia Couto é autora do Romance "Uma prisão no paraíso", á venda nas livrarias Clube de Autores (Versão Impressa) e Amazon (Versão Digital).
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Suzane a beautiful and intelligent girl, but there is an obstacle for little Suzane to win, she is deficient in the legs and can not walk normal. Children of her age run and play but she looks and thinks, will one day I too run free? Suzane's mother is a woman of fiber who works all day in a restaurant to help with household finances. Suzane stays at home after arriving from school and takes care of a younger brother, the 11-year-old girl is a young lady and feels ashamed to be different from other friends. To go to school the girl cries does not want to go, says the mother that everyone looks at her with pity and almost everyone runs from her when approaching. Laurita's mother is sad and explains to her daughter that God made her like this, she does not need to feel ashamed. She explains that she is healthy and many children have normal legs, but she is not healthy. Suzane seems to accept her mother's conversation, but she cries in the silence of her room. All the girl wanted was to walk normal without legs crooked and turned back. She did not use wheelchairs she could walk without them, but it was difficult walking the stones of her street to school. One morning when Suzane walked to school she wondered why I suffer because this is so, my mother is right, I eat, I drink, I sleep, I have health and I have a family, and my colleague Iza has her legs normal, mother. In this thought Suzane stayed all day, while she took care of Luizinho the brother, she hummed joyously the strange stranger, she was always silent, went up and stood watching without calling for the girl. Suzane sang and had a different glow in her eyes, which added to her beauty.

The neighbor wondered what had happened to Suzane to be so happy to the point of singing, but she kept it to herself and went to work. When Laurita came home that afternoon she found everything different, the house was clean, the food was ready. Suzane knew how to cook she had learned since she was nine. Luizinho was bathing and sleeping, Suzane was doing her schoolwork. Laurita asks her daughter who was here, daughter? There was no one, I'm excited and I decided to give her a hand. From today I will always help you mother, the two hugged and cried with emotion. Laurita asks her daughter to explain what made her change her attitude, she explains that she reflected on their conversation and came to the conclusion that she was right. Iza was normal, but she did not have a mother, Augustus had no father, Jussara had neither father nor mother, and many of his classmates did not have a home and often did not have a father. Food right. So I decided that I will be happy just like I am, says Suzane to Laurita. The night passed and the next morning the day was beautiful, when Suzane went to school a colleague who had never talked to her before, to the car offers a ride, she accepts and they talk. In the playground some girls who always ignored her also sought and played together. When she returned to school, she again hired her companion, the two of them were becoming friends, Suzane's heart was troubled. At home everything was like the day before, everything tidy her happy.

After some time Suzane was friend of all the class of the school, the children of her age played the games that she could participate. The mother of a schoolmate was a doctor and offered help to her, she knew she could not reverse the situation, but she could ease Suzane's effort to walk. She who had never before accepted the possibility of the wheelchair now gets a motorcycle and is happy. When she is tired she uses the chair, but if she is well she walks anyway, no longer feels shame and no one else implies with her. Laurita is now a happy mother, before she felt the sadness of her daughter. The neighbor told Suzane that she learned from her, the moment she accepted herself as she is, and as long as she was happy to be alive and healthy, she also complained about everything and stopped complaining. Suzane felt very happy and everything around her became beautiful and pleasing to her eyes, she came to look at life differently. Despite being very young she was aware that she was a happy person, had God, family and now many friends.

Text of the author Luzia Couto. Copyright The author is reserved. No part of this work may be copied, collated, reproduced or reproduced in any medium without the express authorization of the author under penalty of violation of the Brazilian and International Laws for the Protection of Intellectual Property Rights.
Luzia Couto is the author of the novel "A Prison in Paradise", for sale at the Book Club Authors (Printed Version) and Amazon (Digital Version).
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Suzane una chica hermosa e inteligente, pero no es un obstáculo para el triunfo pequeño Suzane, es deficiente en las piernas y no puede caminar normal. Niños de su edad y de ejecución juego pero se ve y piensa que algún día puede también correr libremente alrededor? La madre de la Suzane es una mujer de fibra que trabaja todo el día en un restaurante para ayudar con el financiamiento a la vivienda. Suzane está en casa después de regresar de la escuela y se hace cargo de un hermano pequeño, la chica con su hijo de 11 años es una niña y se siente diferente paseo de la vergüenza de otros amigos. Para ir a la escuela la niña no llora quiere ir, dice la madre de todas mira con piedad y casi todos ejecutarlo cuando se acerca. La madre de Laurita es triste y explica a su hija que lo hizo Dios así no hay necesidad de sentir vergüenza. Ella explica que ella es saludable y muchos niños tienen patas normales, pero no tienen la salud. Suzane parece aceptar la conversación de la madre, sin embargo llorar en el silencio de su habitación. Toda la chica quería era caminar sin las empanadas estándar y se volvió piernas. Ella no hizo uso de las sillas de ruedas podía caminar sin ellos, pero era difícil caminar por su calle adoquinada a la escuela. Una mañana, cuando Suzanne se acercó a ir a la escuela se preguntó por qué sufro por ser así, mi madre tiene razón, yo como, beber, dormir, tener salud y tener una familia, y mi colega Iza piernas normales, pero no lo hace madre. En esta pensado Suzane era todo el día, durante la lactancia Luizinho hermano, cantaba alegre vecina sorprendió, ella siempre estaba en silencio, y fue a visto sin llamar a la chica. Suzane cantaba y tenía un brillo diferente en su ojo, lo que aumenta su belleza.

La cercana Me preguntaba qué habría sido de Suzane ser tan feliz hasta el punto de cantar, pero lo guardó para él y se puso a trabajar. Cuando Laurita llegó a casa esa tarde encontró todas diferentes, la casa estaba limpia, la comida estaba lista Suzane podía cocinar aprendido de los 09 años. Louie se bañó y se durmió, Suzane hizo su trabajo escolar. Laurita pide hija que era hija aquí? No tenía a nadie, estoy emocionado y yo decidimos darle una mano. A partir de hoy siempre voy a ayudar a su madre, los dos se abrazaron y lloraron de emoción. Laurita pide a la hija de explicar lo que le hizo cambiar de actitud, ella explica que se refleja en la conversación que tenían y llegaron a la conclusión de que tenía razón. No siempre se puede tener todo, ella tenía una madre, padre, hermano, casa de todo lo Iza era normal, pero tenía una madre, Augusto no tenía ningún padre, Jussara no tenía padre ni madre, y muchos colegas no tenían hogar y con frecuencia no la legislación alimentaria. Así que decidí que voy a ser feliz como soy mamá dice Suzane Laurita. La noche pasó ya la mañana siguiente el día era hermoso cuando Suzane fue a la escuela un colega que nunca había hablado con ella antes, para el coche ofrece un paseo, ella aceptó y hablan. En el recreo, algunas chicas que siempre también ignoraron la trataron y jugaron juntos. Cuando regresó a la escuela volvió a ganar viajar con un compañero, los dos eran amigos pensaron convertirse en dolió el corazón de Suzane. En casa era como el día anterior, todo ordenado feliz.

Después de algún tiempo Suzane era un amigo de toda la clase de la escuela, con los niños de la edad que juegan los juegos que se podían participar. La madre de un amigo de la escuela era un médico y se ofreció a ayudarla, sabía que no podría revertir la situación, pero puede aliviar el esfuerzo que Suzane era caminar. Ella nunca aceptó ante la posibilidad de la silla de ruedas motorizada ahora gana una y feliz. Cuando cansada que usa la silla, pero si sale bien de todos modos, ya no siente vergüenza y no se significa para ella. Laurita es ahora una madre feliz antes de realmente sentir la tristeza de su hija. El vecino dijo Suzane que aprendió de ella, cuando fue aceptada como es, y ya que se sentía contento de estar vivo y sano, sino que también exigió que antes de que todo se detuvo en las protestas. Suzane sentía muy feliz y todo a su alrededor se convirtió en hermosa y agradable a los ojos, se puso a mirar la vida de otra manera. A pesar de ser muy joven que era consciente de que era una persona feliz, tenía a Dios, la familia y muchos amigos ahora.

Luzia Couto escritor del texto. Los derechos de autor reservado al autor. La copia, el collage, reproducción o divulgación de cualquier tipo en cualquier medio de todo o parte de este trabajo sin permiso del autor bajo pena de violación de la ley brasileña y Protección Internacional de los Derechos de Propiedad Intelectual.
Luzia Couto es autor el romance "Una prisión en el paraíso", a la venta en las librerías Autores Club (Versión impresa) y Amazon (versión digital).
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Suzane une belle et intelligente jeune fille, mais il y a un obstacle pour les petites victoire Suzane, il est déficient dans les jambes et ne peut pas marcher normalement. Enfants sa course d'âge et le jeu mais il semble et pense un jour peut-je exécuter aussi libre autour? La mère de la Suzane est une femme de fibre qui travaille toute la journée dans un restaurant pour aider avec le financement de la maison. Suzane est à la maison après l'entrée de l'école et prend soin d'un petit frère, la jeune fille avec son fils de 11 ans est une fille et se sent différent marche de la honte d'autres amis. Pour aller à l'école la jeune fille pleure pas envie d'aller, dit la mère tous à regarder avec pitié et presque tous l'exécuter quand il approche. La mère de Laurita est triste et explique à sa fille que Dieu a donc pas besoin de ressentir de la honte. Elle explique qu'elle est en bonne santé et beaucoup d'enfants ont des jambes normales, mais ne pas avoir la santé. Suzane semble accepter la conversation de la mère, mais pleurer dans le silence de votre chambre. Toute la fille voulait était de marcher sans les tartes standard et tourna le dos les jambes. Elle n'a pas utilisé les fauteuils roulants pouvaient marcher sans eux, mais il était difficile de se promener dans sa rue pavée à l'école. Un matin, Suzanne marchait pour aller à l'école se demandait pourquoi je souffre d'être si, ma mère a raison, je mange, boire, dormir, avoir la santé et avoir une famille, et mon collègue Iza a des jambes normales, mais ne le fait pas mère. Dans cette pensée Suzane était toute la journée, pendant l'allaitement Luizinho frère, elle a chanté joyeux voisins surpris, elle était toujours silencieuse, est allé et regardé sans appeler la jeune fille. Suzane chantait et avait une lueur différente dans son oeil, qui a augmenté sa beauté.

La proximité je me demandais ce qui serait arrivé à Suzane être si heureux au point de chanter, mais garda pour lui-même et est allé travailler. Lorsque Laurita est rentré cet après-midi a trouvé tous différents, la maison était propre, la nourriture était prête Suzane pouvait cuire appris des 09 ans. Louie a été baigné et dormait, Suzane a fait son travail scolaire. Laurita demande fille qui était la fille ici? Avait personne, je suis excité et je décidé de vous donner un coup de main. A partir d'aujourd'hui je vais toujours aider sa mère, les deux embrassé et pleuré d'émotion. Laurita demande à la fille d'expliquer ce qui a fait changer son attitude, elle explique que reflète sur la conversation qu'ils avaient et sont arrivés à la conclusion qu'elle avait raison. Nous ne pouvons pas toujours tout, elle avait une mère, père, frère, maison tout Iza était normal, mais avait une mère, Augusto n'a pas eu de père, Jussara eu ni père ni mère, et de nombreux collègues avait pas de maison et souvent pas la législation alimentaire. Je décidai donc que je serai heureux que je suis maman dit Suzane Laurita. La nuit se passa et le lendemain matin le jour était beau quand Suzane est allé à l'école un collègue qui avait jamais parlé à son avant, la voiture offre une conduite, elle a accepté et ils parlent. À la récréation quelques filles qui ont toujours aussi ignoré l'ont essayé et ont joué ensemble. Quand elle est retournée à l'école a remporté à nouveau rouler avec un collègue, les deux étaient de devenir amis pensaient affligé le coeur de Suzane. À la maison, il était comme la veille, tout bien rangé heureuse.

Après un certain temps Suzane était un ami de toute la classe de l'école, ses enfants dès l'âge de jouer les jeux qu'elle pourrait participer. La mère d'un ami d'école était un médecin et a offert de l'aider, il savait qu'il ne pouvait pas renverser la situation, mais peut soulager l'effort que Suzane était de marcher. Elle n'a jamais accepté avant la possibilité du fauteuil roulant gagne maintenant un motorisé et heureux. Lorsque vous êtes fatigué, elle utilise la chaise, mais si tout va bien de toute façon, ne se sentent plus la honte et personne ne signifie pour elle. Laurita est maintenant une mère heureuse avant de vraiment sentir la tristesse de sa fille. Le voisin a dit Suzane elle a appris d'elle, quand elle a été acceptée comme il est, et comme il se sentait heureux d'être en vie et en bonne santé, il a également demandé que, avant tout arrêté de se plaindre. Suzane senti très heureux et tout autour est devenu beau et agréable à ses yeux, elle a commencé à regarder la vie différemment. En dépit d'être très jeune, elle savait qu'elle était une personne heureuse, avait Dieu, la famille et beaucoup d'amis maintenant.

Luzia Couto auteur du texte. Droit d'auteur réservé à l'auteur. La copie, le collage, la reproduction ou la divulgation de toute nature sur tout support de tout ou partie de ce travail sans l'autorisation de l'auteur, sous peine de violation de la loi brésilienne et de la protection internationale des droits de propriété intellectuelle.
Luzia Couto est roman auteur "Une prison au paradis", en vente dans les librairies Auteurs Club (Version imprimable) et Amazon (Digital Version).

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