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Literatura | Conto | Um pequeno jardim.

Um dia pela manhã uma senhora saiu do conforto de sua casa no sítio onde vivia com sua linda e pequena família. Sílvia ia no campo colher flores silvestres e alguns feixes de junco para fazer pequenos arranjos e enfeitar sua casa com estes arranjos. Ela adorava flores e sua filha gostava de ver a casa sempre florida e bela. A família vivia neste pequeno sítio onde as árvores cobriam toda extensão do terreno e enchia de sombras a casa.
 -Francisca gostava de flores e sempre dizia a mãe que sonhava construir um belo jardim em frente a casa, ela adorava ver as flores e borboletas coloridas, achava o máximo.
-Sílvia então disse a filha Francisca, o que acha de fazermos este jardim agora?
Depois de voltar com as flores do campo as duas mãe e filha começaram a cavar e preparar a terra, afofando bastante e adubando. Algumas horas depois elas estavam com uma grande parte da frente da casa toda cavada e os canteiros feitos.
 Francisca saiu e seguiu em direção ao pequeno riacho para colher as pedras brancas e redondas que havia lá. Depois de algumas horas colhendo as pedras ela havia enchido vários balaios, enquanto aguardava seu irmão para carregá-los ela imaginava como ficaria lindo o jardim. Sua mãe ia gostar não precisaria mais ir ao campo para buscá-las e sempre haveria muitas borboletas em seu jardim além de beija-flores. Enquanto visualizava o jardim cheio de rosas vermelhas e algumas flores rasteiras cobertas de borboletas coloridas em revoada, ela adormeceu por alguns minutos e sonhou com um mundo colorido e cheio de paz. O irmão então apareceu para carregar os balaios e Francisca acordou.
Nos dias seguintes, enquanto mãe e filha plantavam as mais variadas mudas de flores nos canteiros, Sílvia se lembrou de uma rosa gigante que sua mãe sempre guardava sementes, chamando o filho pediu que fosse até a casa da avó e trouxesse as sementes. Francisca então disse a mãe quando as flores estiverem desabrochando será primavera e faremos alguns bancos para aproveitarmos a beleza dos finais de tarde. A sombra enchia a casa e trazia um clima bom com ventos frescos e deixava ainda mais bela a casa naquele pequeno sítio. Depois de alguns meses, o jardim estava começando a florir, Sílvia preparava para receber suas tias e a mãe que viriam para o almoço, então Francisca entrou na cozinha com uma bela rosa gigante nas mãos, e colocou num pequeno vaso e entregou a sua mãe que admirou a beleza da quela rosa e disse a filha.
-Sabe minha filha nossa vida pode ser comparada a uma rosa.
-Como assim perguntou Francisca?
-Quando preparamos a terra e fizemos os canteiros, era como o tempo de gestação de uma vida. -Quando plantamos as mudas, era o nascimento da vida, durante o tempo que esta roseira demorou para crescer e desabrochar a primeira rosa, era como os primeiros passos de uma criança.
-Francisca então pergunta a mãe, e agora que estava bela no pé e eu a colhi?
-Sílvia responde é como se uma mãe que carrega sua criança no colo tem ela arrancada de seus braços sem nenhuma explicação ou motivo. Francisca para olha a rosa bela no vaso e olha pela janela, a roseira que tinha apenas aquela rosa desabrochada e alguns pequenos botões. Então ela diz a sua mãe eu nem acredito que fiz isto. Sílvia pergunta fez o que filha?- Eu tirei a rosa única de todo jardim, me sinto como se tivesse arrancado a criança da mãe.

Depois de algumas explicações de Sílvia, Francisca entende a reflexão que se tira da vida e da natureza. Juntas mãe e filha preparam o almoço e recebem a família cheias de alegrias. Enquanto isto caiu uma chuva bem fininha no jardim e as pequenas rasteiras encheram de flores e borboletas como era divina a natureza.

Texto da escritora Luzia Couto. Direitos Autorais Reservados a autora. Proibida a cópia, colagem, reprodução de qualquer natureza ou divulgação em qualquer meio, do todo ou parte desta obra, sem autorização expressa da autora sob pena de violação das Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual.



Luzia Couto é autora do Romance "Uma prisão no paraíso", á venda nas livrarias Clube de Autores (Versão Impressa) e Amazon (Versão Digital)
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One day in the morning a lady came out of the comfort of your home at the site where he lived with his beautiful and small family. Sylvia was in the field gather wild flowers and some sheaves of reeds to make small arrangements and decorate your home with these arrangements. She loved flowers and her daughter enjoyed seeing the house always flowery and beautiful. The family lived in this small place where the trees covered the entire length of the ground and filled with shadows home.
-Francisca Loved flowers and always said the mother who dreamed of building a beautiful garden in front of the house, she loved seeing the colorful flowers and butterflies, thought as much.
-Sílvia Then told her daughter Frances, what do you think of doing this garden now?
After returning to the flowers of the field both mother and daughter began to dig and prepare the land, fluffing enough and composting. A few hours later they were with a large front of the dug every house and made beds.
Frances left and headed toward the small stream to collect the white and round stones that were there. After a few hours picking the stones she had filled several baskets, while waiting for his brother to carry them she imagined how it would look lovely garden. His mother would like need not go to the field to pick them up and there would always be many butterflies in your garden as well as hummingbirds. While envisioning the garden full of red roses and some covered creeping flowers of colorful butterflies in flight, she fell asleep for a few minutes and dreamed of a colorful world full of peace. The brother then appeared to carry the baskets and Francisca agreed.
In the following days, while mother and daughter planted the various flower seedlings in flower beds, Sylvia remembered a giant rose that her mother always kept seeds, calling the child asked to be to the grandmother's house and bring the seeds. Francisca then told the mother when the flowers are blooming will be spring and do some banks to take advantage of the beauty of the late afternoon. The shadow filled the house and brought a good climate with cool winds and made even more beautiful home that little place. After a few months, the garden was beginning to blossom, Silvia preparing to receive her aunts and the mother to come for lunch, then Frances came into the kitchen with a beautiful giant pink hands, and placed in a small pot and handed it to her mother who he admired the beauty of the rose and said chelates daughter.
You know my daughter our lives can be compared to a rose.
How so he asked Francisca?
-When Prepare the land and made the beds, it was like the gestation time of a lifetime. -When Plant the seedlings, it was the birth of life, for as long as this rosebush took to grow and bloom the first rose, it was like the first steps of a child.
-Francisca Then asks the mother, and now she was beautiful in the foot and I harvested?
-Sílvia Answers is like a mother who carries her child in her lap she has torn from her arms without any explanation or reason. Francisca looks for the beautiful rose in the vase and looks out the window, the rosebush that only had that pink blossomed and small buttons. So she tells her mother I can not believe I did it. Sylvia question did what daughter - I took the only rose garden all, I feel like I have plucked the child's mother.
After some explanations Sylvia Francisca understand the reflection that takes the life and nature. mother and daughter together preparing lunch and receive the full family joys. Meanwhile it dropped a very thin rain in the garden and the small trailing filled with flowers and butterflies as was divine nature.
Text of the author Luzia Couto. Copyright The author is reserved. No part of this work may be copied, collated, reproduced or reproduced in any medium without the express authorization of the author under penalty of violation of the Brazilian and International Laws for the Protection of Intellectual Property Rights.



Luzia Couto is the author of the novel "A Prison in Paradise", for sale at bookstores Club de Autores (Printed Version) and Amazon (Digital Version)
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Un día por la mañana una señora salió de la comodidad de su casa en el sitio donde vivía con su hermosa y pequeña familia. Sílvia iba en el campo a cosechar flores silvestres y algunos haces de junco para hacer pequeños arreglos y adornar su casa con estos arreglos. Ella adoraba flores y su hija le gustaba ver la casa siempre florida y bella. La familia vivía en este pequeño sitio donde los árboles cubrían toda la extensión del terreno y llenaba de sombras a casa.
 -Francisca le gustaba flores y siempre decía la madre que soñaba con construir un hermoso jardín frente a la casa, ella adoraba ver las flores y las mariposas de colores, creía lo máximo.
-Silvia entonces dijo a la hija Francisca, ¿qué crees de hacer este jardín ahora?
Después de volver con las flores del campo las dos madre e hija comenzaron a cavar y preparar la tierra, aflorando bastante y abonando. Algunas horas después estaban con una gran parte del frente de la casa toda cavada y los canteros hechos.
 Francisca salió y siguió hacia el pequeño arroyo para recoger las piedras blancas y redondas que había allí. Después de unas horas cosechando las piedras ella había llenado varios balazos, mientras aguardaba a su hermano para cargarlos ella imaginaba cómo quedaría hermoso el jardín. Su madre iba a gustar no necesitaba más ir al campo para recogerlas y siempre habría muchas mariposas en su jardín además de colibríes. Mientras miraba el jardín lleno de rosas rojas y algunas flores rastrillos cubiertas de mariposas de colores en revuelta, se durmió por unos minutos y soñó con un mundo colorido y lleno de paz. El hermano entonces apareció para cargar los bala y Francisca despertó.
En los días siguientes, mientras madre e hija plantaban las más variadas mudas de flores en los canteros, Silvia se acordó de una rosa gigante que su madre siempre guardaba semillas, llamando al hijo pidió que fuera a la casa de la abuela y traía las semillas. Francisca entonces dijo a la madre cuando las flores están flotando será primavera y haremos algunos bancos para aprovechar la belleza de los finales de la tarde. La sombra llenaba la casa y traía un clima bueno con vientos frescos y dejaba aún más hermosa la casa en aquel pequeño sitio. Después de unos meses, el jardín estaba empezando a florecer, Silvia preparaba para recibir a sus tías y la madre que vendrían al almuerzo, entonces Francisca entró en la cocina con una bella rosa gigante en las manos, y colocó en un pequeño vaso y entregó a su madre Que admiró la belleza de la rosa y dijo a su hija.
-Sabe mi hija nuestra vida puede ser comparada a una rosa.
-¿Cómo le preguntó Francisca?
- Cuando preparamos la tierra e hicimos los canteros, era como el tiempo de gestación de una vida. Cuando plantamos las mudas, era el nacimiento de la vida, durante el tiempo que este rosal tardó para crecer y florecer la primera rosa, era como los primeros pasos de un niño.
-Francisca entonces pregunta a la madre, y ahora que estaba bella en el pie y yo la colhi?
-Silvia responde es como si una madre que lleva a su niño en el regazo tiene ella arrancada de sus brazos sin ninguna explicación o motivo. Francisca para mirar la rosa bella en el vaso y mira por la ventana, el rosal que tenía sólo aquella rosa desabrochada y algunos pequeños botones. Entonces ella dice a su madre, ni creo que lo hice. ¿Sílvia pregunta qué hizo la hija? - Tomé la rosa única de todo jardín, me siento como si hubiera arrancado al niño de la madre.

Después de algunas explicaciones de Silvia, Francisca entiende la reflexión que se quita de la vida y de la naturaleza. Juntas madre e hija preparan el almuerzo y reciben a la familia llenas de alegrías. Mientras esto cayó una lluvia muy finita en el jardín y las pequeñas ramas llenaron de flores y mariposas como era divina la naturaleza.

Texto de la escritora Luzia Couto. Derechos de Autor Reservados a la autora. Prohibida la copia, pegado, reproducción de cualquier naturaleza o divulgación en cualquier medio, del todo o parte de esta obra, sin autorización expresa de la autora bajo pena de violación de las Leyes Brasileñas e Internacional de Protección a los Derechos de Propiedad Intelectual.



Luzia Couto es autora del romance "Una prisión en el paraíso", a la venta en las librerías Club de Autores (Versión impresa) y Amazon (Versión Digital)

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Un jour le matin une dame est sorti du confort de votre maison à l'endroit où il vivait avec sa belle et petite famille. Sylvia était dans le domaine des fleurs sauvages et rassembler quelques gerbes de roseaux pour faire de petits ajustements et décorer votre maison avec ces arrangements. Elle aimait les fleurs et sa fille aimait voir la maison toujours fleurie et belle. La famille vivait dans ce petit endroit où les arbres couverts toute la longueur du sol et rempli d'ombres maison.
 -Francisca aimait les fleurs et a toujours dit la mère qui rêvait de construire un beau jardin devant la maison, elle aimait voir les fleurs colorées et les papillons, la pensée autant.
-Sílvia alors dit à sa fille Frances, que pensez-vous de ce jardin maintenant?
Après son retour aux fleurs du champ à la fois mère et la fille ont commencé à creuser et préparer la terre, débourrage assez et le compostage. Quelques heures plus tard, ils étaient avec un grand devant Dug chaque maison et les lits faits.
 Frances sortit et se dirigea vers le petit ruisseau pour recueillir les pierres blanches et arrondies qui étaient là. Après quelques heures de cueillette les pierres qu'elle avait rempli plusieurs paniers, en attendant son frère pour les transporter, elle imaginait à quoi il ressemblerait beau jardin. Sa mère voudrait pas besoin d'aller sur le terrain pour les ramasser et il y aurait toujours beaucoup de papillons dans votre jardin, ainsi que les colibris. Alors que le jardin plein envisager des roses rouges et des fleurs grimpantes couvertes de papillons colorés en vol, elle est endormie pendant quelques minutes et rêvait d'un monde coloré plein de paix. Le frère est alors apparu pour charger les paniers et Francisca convenu.
Dans les jours suivants, alors que la mère et la fille ont planté une variété de plants de fleurs dans les lits, Sylvia se souvenait d'une Gigante rosa que sa mère gardait toujours les graines, appelant son fils lui a demandé d'aller à la maison de grand-mère et apporter les graines. Francisca alors dit à sa mère quand les fleurs sont en fleurs sera printemps et faire quelques banques pour profiter de la beauté de l'après-midi. L'ombre remplit la maison et a un bon climat avec des vents froids et a quitté la maison encore plus belle dans ce petit endroit. Au bout de quelques mois, le jardin commençait à fleurir, Silvia se prépare à recevoir ses tantes et la mère à venir pour le déjeuner, puis Frances entra dans la cuisine avec une belle mains roses géantes, et placé dans un petit pot et remis à sa mère qui admirait la beauté du rose et dit fille quela.
Tu sais que ma fille notre vie peut être comparé à une rose.
Comment donc il a demandé Francisca?
-Lorsque préparer la terre et fait les lits, il était comme l'âge gestationnel d'une vie. plante -Quand les semis, ce fut la naissance de la vie pendant le temps qu'il a pris cette rose pour grandir et fleurir la première rose, il était comme les premiers pas d'un enfant.
-Francisca demande alors la mère, et maintenant elle était belle dans le pied et je pris?
réponses -Sílvia est comme une mère qui porte son enfant dans ses bras, elle a arraché de ses bras, sans aucune explication ni raison. Francisca à regarder la belle rose dans le vase et regarder par la fenêtre, le rosebush qui ne possédait que le rose épanouie et petits boutons. Alors, elle dit à sa mère, je ne peux pas croire que je l'ai fait. question Sylvia a fait ce que la fille - je pris la seule roseraie, je me sens comme je l'ai cueilli la mère de l'enfant.

Après des explications de Silvia, Francisca comprend la réflexion qui prend la vie et de la nature. mère et fille ensemble préparer le déjeuner et recevoir les joies de la famille entière. Pendant ce temps, il a laissé tomber une pluie très fine dans le jardin et la petite queue remplie de fleurs et de papillons comme était la nature divine.

écrivain Luzia Couto du texte. Droit d'auteur réservés par l'auteur. La copie, le collage, la reproduction ou la divulgation de toute nature sur tout support de tout ou partie de ce travail sans l'autorisation de l'auteur, sous peine de violation de la loi brésilienne et internationale pour la protection des droits de propriété intellectuelle.



Luzia Couto est l'auteur de romance "Une prison au paradis" en vente dans les librairies Auteurs Club (Version imprimable) et Amazon (Digital Version)

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