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Literatura | Poema | No silêncio do meu quarto.


Nos dias tristes de solidão no silêncio de meu quarto eu choro
 Penso em tudo em você e em meu silêncio grito seu nome
 Sei que não me ouvirás pois distante estás, mesmo assim
 Chamo por ti e as lagrimas teimam em molhar meu rosto que sufocado fica.
 As lagrimas molham meu rosto e pingam no chão molham o tapete ,
Que sem saber testemunha a minha tristeza e solidão. Depois do abandono
O coração doí aperta e tudo parece perder o sentido, viver não é sofrer,
Isto seria um desastre, quem por sã consciência sofreria por amor? O amor
É liberdade é paz é cumplicidade prazer e ternura, carinho e afeto, gratidão e harmonia
Doçura e felicidade.

Nos dias tristes de minha janela eu olho a rua e vejo você em cada um
Que passa correndo apressado, seu sorriso está nos outdoors das ruas,
Nos programas de TV tudo me lembra de você, então desesperado luto contra o tempo
E me refaço, deixo o frio quarto e volto a rotina, mas mesmo em meio a tanta gente
Me sinto só. De tanto ver você em tudo eu perdi sua verdadeira imagem,
Gostaria de não mais visualiza-lo em tantas pessoas que carregam seu sorriso
Sem ter nada de você.

Quando finalmente eu esquecer de seus olhos eu voltarei a viver
E tornarei a sorrir e a sonhar, suas lembranças e a saudade que ficou
Doí profundamente, mas preciso prosseguir sem recordar do que deveria
Ficar guardado na lembrança de um tempo que não deveria existir nem para mim
Nem para você.

Texto da escritora Luzia Couto. Direitos Autorais Reservados a autora. Proibida a cópia, colagem, reprodução de qualquer natureza ou divulgação em qualquer meio, do todo ou parte desta obra, sem autorização expressa da autora sob pena de violação das Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual.

-Luzia Couto é autora do Romance "Uma prisão no paraíso", á venda nas livrarias Clube de Autores (Versão Impressa) e Amazon (Versão Digital).

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In the solitude of sad days in the silence of my room I cry
 I think of all of you and my silence scream your name
 I know not hear me as far you still
 I call for you and the tears insist on wet my face smothered is.
 Tears wet my face and dripping on the floor wet carpet,
That without knowing witness my sadness and loneliness. After the abandonment
The heart hurts tightens and everything seems to lose sense, life is not suffering,
This would be a disaster, who in their right mind would suffer for love? Love
It's freedom is peace is pleased complicity and tenderness, love and affection, gratitude and harmony
Sweetness and happiness.

In the sad days of my window I look at the street and see you each
Passing running rushed, your smile is on billboards in the streets,
In TV shows everything reminds me of you, so desperate fight against time
And I redo, leave the cold room and return to routine, but even in the midst of so many people
I feel lonely. So much to see you all I missed your true image,
no more than I would view it in so many people who carry your smile
Without having anything from you.

When finally I forget your eyes I will return to live
And I will turn to smile and dream, his memories and nostalgia that was
Hurts deeply, but I must continue without remembering what should
It is stored in the memory of a time that should not exist or me
Not for you.

Luzia Couto writer of the text. Copyright reserved to the author. The copying, collage, reproduction or disclosure of any kind in any medium of all or part of this work without permission of the author under penalty of violation of Brazilian law and International Protection of Intellectual Property Rights.

-Luzia Couto is romance author "A prison in paradise", for sale in bookstores Authors Club (Print Version) and Amazon (Digital Version).
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En la soledad de días tristes en el silencio de mi habitación lloro
 Pienso en todos vosotros y mi silencio grito tu nombre
 No me conoces escucho en lo que sigue
 Llamo para usted y las lágrimas insisto en mi cara mojada es sofocado.
 Las lágrimas mojan la cara y gotea sobre la alfombra mojada piso,
Sin saber que el testimonio de mi tristeza y soledad. Tras el abandono
El duele el corazón se contrae y todo parece perder sentido, la vida no es sufrimiento,
Esto sería un desastre, ¿quién en su sano juicio podría sufrir por amor? El amor
Es de la libertad es la paz es la complicidad contento y ternura, el amor y el afecto, gratitud y armonía
Dulzura y felicidad.

En los días tristes de mi ventana miro a la calle y veo que cada uno
Pasando marcha apresurada, su sonrisa es en vallas en las calles,
En los programas de televisión de todo me recuerda a ti, por lo que lucha desesperada contra el tiempo
Y hacer de nuevo, salir de la habitación fría y volver a la rutina, pero incluso en medio de tanta gente
Me siento solo. Hay tanto que ver que todo lo que echaba de menos su verdadera imagen,
no más de lo que me visualizarla en tantas personas que llevan a su sonrisa
Sin tener nada de ti.

Cuando finalmente me olvido de tus ojos Voy a volver a vivir
Y haré volver a sonreír y el sueño, sus recuerdos y nostalgia que estaba
Duele profundamente, pero debo continuar sin recordar lo que debe
Se almacena en la memoria de un tiempo que no debería existir o me
No para usted.

Luzia Couto escritor del texto. Los derechos de autor reservado al autor. La copia, el collage, reproducción o divulgación de cualquier tipo en cualquier medio de todo o parte de este trabajo sin permiso del autor bajo pena de violación de la ley brasileña y Protección Internacional de los Derechos de Propiedad Intelectual.

-Luzia Couto es autor el romance "Una prisión en el paraíso", a la venta en las librerías Autores Club (Versión impresa) y Amazon (versión digital).

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Dans la solitude de tristes jours dans le silence de ma chambre, je pleure
 Je pense à vous tous et mon silence crier votre nom
 Je sais que je n'entende en ce qui vous reste
 Je demande pour vous et les larmes insiste sur le mouillé mon visage étouffé est.
 Les larmes mouillent mon visage et ruisselant sur le tapis humide du sol,
Ce témoin sans connaître ma tristesse et la solitude. Après l'abandon
Le coeur fait mal resserre et tout semble perdre le sens, la vie ne souffre pas,
Ce serait une catastrophe, qui, dans leur esprit ne souffrir pour l'amour? amour
Il est de la liberté de la paix est la complicité heureuse et de tendresse, d'amour et d'affection, de reconnaissance et d'harmonie
Douceur et bonheur.

Dans les tristes jours de ma fenêtre, je regarde la rue et vous chaque vois
Passant en cours d'exécution précipitée, votre sourire est sur les panneaux publicitaires dans les rues,
Dans la télévision montre tout me fait penser à vous, donc lutte désespérée contre le temps
Et je refais, quitter la chambre froide et le retour à la routine, mais même au milieu de tant de personnes
Je me sens seul. Tant de choses à vous tous d'avoir manqué votre vraie image voir,
pas plus que je ne le voir dans tant de personnes qui portent votre sourire
Sans avoir rien de vous.

Quand finalement j'oublie vos yeux, je vais retourner vivre
Et je vais tourner à sourire et rêve, ses souvenirs et nostalgie qui était
Blesse profondément, mais je dois continuer sans se souvenir de ce qui devrait
Il est stocké dans la mémoire d'un temps qui ne devrait pas exister ou moi
Pas pour vous.

Luzia Couto auteur du texte. Droit d'auteur réservé à l'auteur. La copie, le collage, la reproduction ou la divulgation de toute nature sur tout support de tout ou partie de ce travail sans l'autorisation de l'auteur, sous peine de violation de la loi brésilienne et de la protection internationale des droits de propriété intellectuelle.

-Luzia Couto est roman auteur "Une prison au paradis", en vente dans les librairies Auteurs Club (Version imprimable) et Amazon (Digital Version).

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