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A vila da magia.

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Mãe é Ternura.

Mãe palavra doce e terna, verdade em carinho e pureza em amor, somente quem teve e perdeu uma mãe sabe da saudade e da dor.
Mãe a saudade que sinto é muita, mas isto ninguém vê, pois só eu e você sabíamos a cumplicidade que havia em nós.
Mãe quando a dor e a saudade aperta meu peito dói e eu choro, sei que não vais voltar, mas mesmo assim insisto em pensar que queria lhe ver e lhe abraçar.
Sei que o tempo não traz você de volta, mas eu queria ir a seu encontro e lhe dizer da falta que me faz, de como me sinto sem você e sua proteção, sem seus carinhos e suas bençãos.
Mãe a saudade é tanta que as vezes me perco nas lembranças e chego a pensar que estou sonhando e quando acordar você ali vai estar, mas para minha tristeza olho ao redor e nada vejo além do vazio de sua falta.
Queria voltar a ver seus olhinhos miúdos e sua boca pequena a sorrir, mas apenas sei que o imenso vazio que existe é a falta de você.
Mãe que saudade ! Como eu te amo!
 As lágrimas rolam de meus olhos e molham meu …

Amor Inocente.

Inocência de criança malicia de mulher Rosa bela e orvalhada brincando com um mal me quer, rosa menina olhar sedutor perfume jasmim, Sorriso encantador e paixão sem fim.

Toda mulher necessita de carinhos e atenção
Amores sucedidos e muita emoção, assim se sentem felizes realizadas, Ou será que talvez não.

Corpo esguio cintura violão
Olhar meigo cheio de charme, malicia e sedução coração, Batendo aflito pura emoção.

Olhares se cruzam no meio da multidão
Passos firmes descidos e muita atenção, ela vai olhar e será que vai parar, que sensação, Assim o tempo passa e pessoas vem e vão.

A mulher infeliz a alma canta triste
Já cansada de esperar o amado que  nunca decide indo e vindo, É muita aflição para um coração amante.

Os olhares cessam os corpos esfriam
Coração bate lento pausado, mas ela ainda tem esperanças de ver novamente, Seu amor dos tempos passados que outrora foi seu namorado. 

Texto da escritora Luzia Couto. Direitos Autorais Reservados a autora. Proibida a cópia, colagem, reprodução de qualque…

Conto | Jacinta era seu nome.

Jacinta uma menina bela e educada mas sentia vergonha de seu nome que fora dado por sua avó. Os pais não tiveram coragem de negar um pedido a uma avó por isso lhe batizaram com este nome. Ela gostava de ser chamada de Jajá, na escola quando lhe chamavam de Jacinta ela se encolhia no canto para chorar, as crianças sabendo do sofrimento que lhe causara faziam de proposito, diziam que ela era metida por ser filha de médico, mas na verdade ela era um encanto de menina apenas não gostava de seu nome e sempre dizia quando crescesse mudaria de nome. Sua mãe Zenilda adorava lhe chamar de Jajá achava carinhoso e sempre dizia a filha você se acostuma filha não é feio Jacinta, mas ela dizia mãe eu acho feio, o Pai Gabriel adorava, pois, era nome de sua avó que ele amava e lhe deu tudo que possuía. Quando a professora Lívia lhe chamava para ir a lousa ela dizia menina linda dos olhos azuis, as outras meninas desejavam morrer a ter que ouvir elogios a Jacinta. O tempo foi passando e a menina sempr…

Literatura | Conto | O sonho de Laura.

A tristeza que Laura sentia de sua filha não poder estudar como queria era grande. Ela sempre dizia a Magda que ela iria conseguir um meio de sair da zona rural e estudar na cidade, não queria que sua filha ficasse sem estudos como ela, a menina já tinha 14 anos e não sabia assinar o nome os pais eram analfabetos e isto entristecia muito Laura e Alcebíades. Magda era feliz com sua família, vivia trabalhando na casa de sua madrinha que lhe dava roupas e calçados, mas se quisesse algo como maquiagem perfumes tinha que pedir para sua mãe que sentia em ter que negar para filha, pois a situação era difícil, tinha muito trabalho e pouca renda, eles trabalhavam para um fazendeiro que só visava seu umbigo. A menina um certo dia disse para sua madrinha após uma longa e pesada faxina, sabe madrinha eu quero estudar e poder ser alguém na vida, quero tirar meus pais dessa dificuldade que vivem, trabalham tanto e ganham pouco. A mulher disse não tem que se preocupar com isto o tempo resolve tudo…

A menina que gostava da chuva.

Um dia frio e chuvoso como Línea gostava ela ficava da janela olhando a rua onde pessoas passavam apressadas por causa da chuva e os carros passavam molhando tudo que estivesse ao lado, as crianças que brincavam na rua correndo nas poças de água gritavam e jogavam água uns nos outros isto para Línea era o máximo como ela sentia vontade de sair e fazer o mesmo, mas não podia estava presa a uma cadeira de rodas. Sua mãe Micaela sofria ao ver sua princesinha tão bela e jovem presa a uma cadeira sem poder andar mas sentia conformada pois sabia que se Deus lhe deu uma filha assim ela merecia e ainda mais porque sua filha era bela inteligente e tinha saúde apenas não podia andar, mas ela era feliz o que parecia. O Pai José não aceitava muito bem achava que era praga de uma cigana que conheceu na adolescência e havia lhe rogado uma praga, ele havia xingado a cigana que proferiu algumas palavras e ele entendeu como praga. Mas sua esposa não pensava assim sabia que Deus não castigaria uma cria…