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Conto | Quando a Tarde chegava.

Quando a tarde chegava Rute ia pra sua cadeira na areia e ficava a observar a praia, fazia anos vivia ali com seu esposo que também tinha a idade avançada. Luis era um homem bom e tinha muitos amigos, Rute era mais difícil a convivência com os vizinhos. Então quando a tarde chegava e ali ela sentava pensava em tudo, na vida, na morte, nos filhos que a muito tempo não lhe visitavam. Luis que era mais aberto ao diálogo sempre falava com todos e se desculpava pela mulher, dizia que era doente, vivia deprimida, sentia falta de tudo, do amor dos filhos, e da mãezinha que a muito havia falecido. Rute quando olhava a areia voando tocada pelo vento pensava, elas podiam me levar e jogar por ai em algum relento. Não fará a miníma diferença, ninguém gosta de mim, somente Luis me entende. Os vizinhos gostavam de Rute apesar de ser quieta e sempre fechada, uma coisa ela sabia fazer, repartia tudo que fazia em casa, desde o pão caseiro até o café fresco coado. Então eles decidiram fazer uma coisa para Rute, plantaram uma árvore e fizeram uma cadeira para a mulher sentar com um pouco de conforto nas tardes olhando a praia. A mulher sorriu pela primeira vez desde que ali morava, disse obrigado, não precisava ter se preocupado, eu sentava na areia e com ela brincava, porém era difícil na hora de levantar.
Luis vendo o sorriso no rosto da mulher sentiu aliviado, pensou agora ela melhora, porém Rute voltou a tristeza de outrora. Os vizinhos estavam felizes por ter lhe feito um agrado, sabiam que a mulher não era má, apenas não tivera uma vida feliz era o que parecia. Então desde o presente que ganhara dos vizinhos a mulher sempre agradecia quando os via, as tardes ela sentava na cadeira fechava os olhos e via sua infância através das ondas que vinham e voltavam. Os filhos não davam noticias a muito tempo e Luis estava preocupado, sentia na mulher a vida lhe escapando e queria muito que os filhos a vissem para não terem consciência pesada. Rute sentia sua vida chegando ao fim e pediu a Luis quero ver meus netos antes que seja tarde demais. O marido coitado ficou triste não tinha endereço dos filhos, então teve uma ideia, pediu a cada vizinho para escrever para as rádios locais quem sabe se alguém conhecia e lhe dava noticias. Um vizinho lhe chamou cheio de alegria, achei teu filho mais moço Roberto é seu nome? Sim é ele mesmo. Rute venha meu amor, tenho noticias de nosso filho você se alegrará. A mulher olhou nos olhos do marido e respondeu será que ele vem me ver? Tenho pressa minha vida está quase sem fôlego. Luis disse alegre-se minha amada, ele está para chegar, então num abraço ela suspirou e disse venha meu amor, vamos preparar o de melhor que tem aqui, para um banquete lhe oferecer, tenho certeza ele vai gostar.
Dois se passaram e nada de Roberto aparecer, Rute cada vez mais triste e Luis nada podia fazer, os vizinhos tentaram e nada de conseguir, Roberto tinha uma viajem marcada e dela não desistiu. Então mais uma semana se passou e Rute tamanha dor não suportou, morreu em sua cadeira olhando as águas que vinham e faziam remanso. Luis muito triste chorou a perca da amada e muito lamentou, nada pode fazer para salvar seu amor. Os vizinhos ali a enterraram junto a sua cadeira seu local preferido, fizeram deste local um jardim bonito e florido. Depois de um mês Roberto apareceu, seu pai estava doente e triste, mesmo assim lhe recebeu, mandou fazer um banquete como  Rute havia feito. O filho então arrependido chorou no colo pai, se soubesse que mamãe me amava tanto, nunca tinha lhe abandonado. Ficou ali com Luis horas abraçados um chorando no ombro do outro, um amor que tinha findado. Porém de sua cadeira Rute que dali nunca saíra desde a sua passagem, olhava sorrindo e dizia voltou meu filho amado. Os dois pai e filho foram para a beira da praia e na cadeira Roberto sentou, nesta hora, ouviu a mãe dizendo baixinho, meu filho eu te amo desde sempre, és o fruto do meu amor. Roberto sentiu seu corpo arrepiar, fez uma prece ao céu pedindo para a alma de sua mãe descansar. Então uma leve brisa soprou as pétalas das rosas que na areia jogou, as águas as levaram e a cadeira se balançou, Luis  e Roberto então souberam ela para o céu voltou. Descanse minha mãe e meu grande amor, a cadeira se balançou novamente e as rosas o ambiente perfumou, as águas balançavam de mansinho as ondas que Rute tanto admirou.
Texto da escritora Luzia Couto. Direitos Autorais Reservados a autora. Proibida a cópia, colagem, reprodução de qualquer natureza ou divulgação em qualquer meio, do todo ou parte desta obra, sem autorização expressa da autora sob pena de violação das Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual.
Luzia Couto é autora do Romance "Uma prisão no paraíso", á venda nas livrarias Clube de Autores (Versão Impressa) e Amazon (Versão Digital)
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When the afternoon came Rute went to his chair in the sand and watched the beach, years ago he lived there with his husband who was also old. Luis was a good man and had many friends, Ruth was more difficult the coexistence with the neighbors. So when the afternoon came and there she sat thinking about everything, about life, about death, about the children who had not visited her in a long time. Luis, who was more open to dialogue, always talked to everyone and apologized for his wife, said he was sick, he was depressed, he missed everything, the love of his children, and the mother who had died a long time ago. Rute, when I looked at the sand flying in the wind, I thought, they could take me and play somewhere in the open. It will not make the slightest difference, nobody likes me, only Luis understands me. The neighbors liked Ruth despite being quiet and always closed, one thing she knew how to do, she shared everything she did at home, from the homemade bread to the fresh brewed coffee. So they decided to do something for Ruth, they planted a tree and made a chair for the woman to sit with a little comfort in the afternoons looking at the beach. The woman smiled for the first time since living there, said thank you, need not have worried, I would sit on the sand and play with her, but it was difficult to get up.
Luis seeing the smile on the woman's face felt relieved, she thought now improved, but Ruth returned to the sadness of yesterday. The neighbors were happy to have him pleased, they knew the woman was not bad, just had not had a happy life was what it seemed. So since the present she had won from the neighbors, the woman always thanked her when she saw them, in the afternoons she sat in the chair, closed her eyes and saw her childhood through the waves that came and went. The children did not give news for a long time and Luis was worried, he felt his wife escaping from life and he wanted the children to see her so they would not have a heavy conscience. Ruth felt her life come to an end and asked Luis to see my grandchildren before it's too late. The poor husband was sad he had no children's address, so he had an idea, he asked each neighbor to write to the local radios who knows if anyone knew and gave him news. A neighbor called you full of joy, I find your younger son Roberto is his name? Yes, it's him. Ruth, come, my love, I have news of our son, you will rejoice. The woman looked into her husband's eyes and replied that he will come and see me? I'm in a hurry my life is almost out of breath. Luis said cheerfully my beloved, he is about to arrive, so in a hug she sighed and said come my love, let's prepare the best you have here, for a banquet to offer you, I'm sure he'll like it.
Two passed and nothing of Roberto appeared, Rute became sadder and Luis could do nothing, the neighbors tried and nothing to get, Roberto had a marked trip and she did not give up. Then another week went by, and Ruth suffered such pain she could not bear it, she died in her chair, looking at the waters that were coming and doing the backwater. Luis very sad cried the loss of the beloved and much lamented, nothing can do to save his love. The neighbors there buried her chair next to her favorite place, made this place a beautiful and flowery garden. After a month Roberto appeared, his father was sick and sad, he received him anyway, he had a banquet as Ruth had done. The then repentant son wept on his father's lap, if he knew that my mother loved me so much, she had never abandoned him. He stayed there with Luis for hours hugging one crying on the other's shoulder, a love that had ended. But from his Ruth chair that had never left since he passed, he was smiling and saying, my beloved son returned. The two father and son went to the edge of the beach and in the chair Roberto sat down, at this hour, he heard his mother saying quietly, my son I have always loved you, you are the fruit of my love. Roberto felt his body shiver, he prayed to heaven asking for his mother's soul to rest. Then a light breeze blew the petals of the roses that they threw in the sand, the waters took them and the chair rocked, Luis and Roberto then knew her to the sky returned. Rest my mother and my great love, the chair rocked again and the roses the environment perfumed, the waters gently swayed the waves that Ruth so much admired.
Text of the author Luzia Couto. Copyright The author is reserved. No part of this work may be copied, collated, reproduced or reproduced in any medium without the express authorization of the author under penalty of violation of the Brazilian and International Laws for the Protection of Intellectual Property Rights.
Luzia Couto is the author of the novel "A Prison in Paradise", for sale at the Book Club Authors Club (Printed Version) and Amazon (Digital Version)
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Cuando llegó la tarde Ruth fue a su silla en la arena y estaba observando la playa en años vivió allí con su marido, que también tenía la edad avanzada. Luis era un buen hombre y tenía muchos amigos, Ruth era más difícil que vivir con los vecinos. Así que cuando llegó la noche y ella se sentó a pensar en todo en la vida, en la muerte, a los niños que desde hace mucho tiempo no lo visitan. Luis era más abierto al diálogo siempre hablaba a todo el mundo y se disculpó por la mujer, dijo que estaba enfermo, vivía deprimida, se perdió todo, el amor a los niños, y la pequeña madre había muerto también. Ruth cuando miraba a la arena volando en el viento tocaba se pensó que me podía tomar y jugar alrededor de alguna relento.Não hará ninguna diferencia, no hay nadie como yo, sólo que Luis me entiende. Los vecinos le gusta Ruth a pesar de ser todavía y siempre cerrada, una cosa que podía hacer, impartida todo lo hecho en casa, desde el pan hecho en casa para el café recién hecho. Por lo que decidieron hacer algo por Ruth, plantaron un árbol e hicieron una silla para sentarse a la mujer con un poco de comodidad en las tardes viendo la playa. La mujer sonrió por primera vez desde que vivía allí, él le dio las gracias, no es necesario que se han preocupado, me sentaba en la arena y se puede escuchar, pero era hora difícil levantarse.
Luis ver la sonrisa en la cara de la mujer se sintió aliviado, pensó ahora se mejora, pero Ruth volvió la tristeza del pasado. Los vecinos estaban felices de haber hecho un regalo, sabía que la mujer no estaba mal, pero no tenía una vida feliz que parecía. Así que de esto que ganó las vecinas siempre agradecidos cuando los vio, por las tardes se sentó en la silla, cerró los ojos y vio a su infancia a través de las olas que iban y venían. Los niños no dan noticias desde hace mucho tiempo y Luis se refiere, se sentía la vida de la mujer escapando y que realmente quería que los niños a verla no tener conciencia. Ruth sintió que su vida llega a su fin y le pidió a Luis quiere ver a mis nietos antes de que sea demasiado tarde. El marido estaba triste infeliz no se refirió a los niños, a continuación, tuvo una idea, le pidió a cada vecino para escribir en la radio local que sabe si alguien sabía y le dio noticia. Un vecino llamó le llena de alegría, me encontré con su hijo menor de Roberto su nombre? Sí él mismo. Ruth es que mi amor, no tengo noticia de que nuestro hijo alegría. La mujer miró a los ojos de su marido y dijo que va a venir a verme? Me apresuro mi vida es casi sin aliento. Luis dijo a animar a mi amado, que está llegando, a continuación, un abrazo suspiró y dijo es que mi amor, vamos a preparar lo mejor que tienes aquí, para una oferta de banquetes, estoy seguro que le gustará.
Dos pasó y no aparece nada Roberto, Ruth cada vez más triste y Luis no podía hacer nada, y nada vecinos tratado de conseguir, Roberto tenía un viaje programado y no darse por vencido. Así que otra semana ha pasado y Ruth tal dolor no podía soportar, murió en su silla mirando las aguas llegaron e hicieron remanso. muy triste Luis lloraba la pérdida de la amada y lamentó, no puede hacer nada para salvar a su amor. Los vecinos no la enterraron junto a su silla de su ubicación preferida, hacen de este lugar un hermoso y florido jardín. Después de un mes apareció Roberto, su padre estaba enfermo y triste, sin embargo, lo recibió, envió a una fiesta como Ruth había hecho. El hijo lo siento entonces gritó en el regazo de su padre, si yo sabía que mi madre me amó tanto, nunca lo había abandonado. Se puso de pie allí con Luis abrazaron hora llorando en el hombro de la otra, un amor que tenía findado. Pero su silla Rute que no tuvieron nunca salió desde su aprobación, miró sonriendo y dijo de nuevo mi hijo amado. Ambos, padre e hijo fueron a la playa y una silla Roberto sentaron en este momento, escucharon la madre dijo en voz baja, mi hijo te amo siempre, son el fruto de mi amor. Roberto sintió su cuerpo temblar, hizo una oración al cielo preguntando por el alma de su madre para descansar. A continuación, una ligera brisa sopló los pétalos de rosas en la arena jugado, las aguas tomaron la silla y se balancearon, Luis y Roberto sabían entonces ella regresó al cielo. Descansar mi madre y mi gran amor, la silla sacudió de nuevo y las rosas ambiente perfumado el vaivén riega suavemente las ondas Ruth tanto admiraba.
Luzia Couto escritor del texto. Los derechos de autor reservado al autor. La copia, el collage, reproducción o divulgación de cualquier tipo en cualquier medio de todo o parte de este trabajo sin permiso del autor bajo pena de violación de la ley brasileña y Protección Internacional de los Derechos de Propiedad Intelectual.
Luzia Couto es autor el romance "Una prisión en el paraíso", a la venta en las librerías Autores Club (Versión impresa) y Amazon (versión digital)
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Lorsque l'après-midi est venu Ruth est allé à sa chaise sur le sable et regardait la plage dans les années il vivait avec son mari qui avait aussi un âge avancé. Luis était un homme bon et avait beaucoup d'amis, Ruth était plus difficile de vivre avec les voisins. Donc, le soir venu et elle était assise là à penser à tout dans la vie, la mort, les enfants que beaucoup de temps ne lui rendre visite. Luis était plus ouvert au dialogue a toujours parlé à tout le monde et a présenté ses excuses pour la femme, a dit qu'elle était malade, vivait déprimé, a raté tout, l'amour des enfants, et la petite mère était morte aussi. Ruth quand il a regardé le vol de sable dans le vent touchée pensait qu'ils pouvaient me prendre et jouer en quelque relento.Não fera aucune différence, pas comme moi, que Luis me comprend. Les voisins aimaient Ruth en dépit d'être encore et toujours fermé, une chose qu'elle pouvait faire, tout impartie fait dans la maison, du pain fait maison pour le café fraîchement moulu. Ils ont donc décidé de faire quelque chose pour Ruth, planté un arbre et fait une chaise pour la femme assise avec un peu de réconfort dans l'après-midi à regarder la plage. La femme sourit pour la première fois depuis qu'il a vécu là-bas, il a dit merci, ne doivent pas avoir inquiété, je s'asseoir dans le sable et elle a joué, mais il était temps difficile de se lever.
Luis voir le sourire sur le visage de la femme a été soulagé, il pensait que maintenant il améliore, mais Ruth revint la tristesse du passé. Les voisins étaient heureux d'avoir fait une friandise, savait que la femme était pas mal, tout simplement pas eu une vie heureuse, il semblait. Donc, à partir de ce qui a remporté les femmes voisins toujours reconnaissant quand il les vit, l'après-midi elle était assise dans le fauteuil, il ferma les yeux et vit son enfance à travers les vagues qui vont et viennent. Les enfants ne donnent pas nouvelles depuis longtemps et Luis était préoccupé, il se sentait la vie de la femme glisser loin et que vous vouliez vraiment les enfants à la voir ne pas avoir conscience. Ruth sentit sa vie touche à sa fin et a demandé à Luis veulent voir mes petits-enfants avant qu'il ne soit trop tard. Le mari était triste hère ne répondait pas aux enfants, alors eu une idée, a demandé à chaque voisin d'écrire à la radio locale qui sait si quelqu'un connaissait et lui a donné des nouvelles. Un voisin a appelé lui plein de joie, je trouve votre nom de votre plus jeune fils Roberto? Oui, il lui-même. Ruth vient mon amour, j'ai des nouvelles de notre fils vous la joie. La femme regarda dans les yeux de son mari et a dit qu'il va venir me voir? Je me dépêche ma vie est presque à bout de souffle. Luis dit égayer mon bien-aimé, il vient, puis une étreinte, elle soupira et dit venir mon amour, nous allons préparer le mieux que vous avez ici, pour une offre de banquet, je suis sûr qu'il aime.
Deux passé et rien ne semble Roberto, Ruth de plus en plus triste et Luis ne peut pas, les voisins essayé et rien à obtenir, Roberto avait un voyage prévu et il n'a pas abandonné. Donc, une autre semaine a passé et Ruth une telle douleur ne pouvait pas supporter, est mort dans son fauteuil en regardant les eaux sont venus et ont fait de remous. très triste Luis pleuré la perte de l'être aimé et a déploré, ne peut rien faire pour sauver son amour. Neighbors son enterrés à côté de sa chaise de votre emplacement préféré, fait de cet endroit un beau et fleuri jardin. Après un mois Roberto apparu, son père était malade et triste, mais le reçut, envoyé à une fête que Ruth avait fait. Le fils désolé alors pleuré sur les genoux de son père, si je savais que ma mère me aimait tant, ne l'avait jamais abandonné. Il se tenait là avec Luis embrassé une heures de pleurer sur l'épaule de l'autre, un amour qui avait findado. Mais sa chaise Rute qu'il n'y avait jamais quitté depuis son passage, regarda en souriant et dit encore mon fils bien-aimé. Le père et le fils sont allés à la plage et chaise Roberto assis à ce moment, a entendu la mère dit doucement, mon fils, je vous aime toujours, sont le fruit de mon amour. Roberto sentit son frisson du corps, a fait une prière au ciel demandant l'âme de sa mère pour se reposer. Ensuite, une légère brise soufflait les pétales de roses dans le sable joué, les eaux ont pris la chaise et se balançaient, Luis et Roberto savaient puis elle est retourné au ciel. Reste ma mère et mon grand amour, le président a secoué à nouveau et les roses de l'environnement parfumé le balancement arrose doucement vagues Ruth à la fois admiré.
Luzia Couto auteur du texte. Droit d'auteur réservé à l'auteur. La copie, le collage, la reproduction ou la divulgation de toute nature sur tout support de tout ou partie de ce travail sans l'autorisation de l'auteur, sous peine de violation de la loi brésilienne et de la protection internationale des droits de propriété intellectuelle.
Luzia Couto est roman auteur "Une prison au paradis", en vente dans les librairies Auteurs Club (Version imprimable) et Amazon (Digital Version)

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