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Literatura | Poesia | A folhinha da roseira.

Prometi ao sol, prometi a lua que de você cuidaria,
As estrelas ficaram sabendo e disseram ao vento,
A chuva tão logo soube contou também as águas,
Assim toda natureza e terra souberam do meu trato.
Agora como faço você sumiu eu descuidei e se foi,
Como te encontro se nem mesmo a lua te viu.
Já pedi para o sol, mas ele se nega a me ajudar
Me resta o vento, mas certamente não me dirá,
As estrelas sim elas me ajudarão, mas as águas
Viram para onde se foi e então apagaram seus rastros
A mando da chuva.
Como fazer para te encontrar ingrata e sem coração,
Mas se um dia eu a ver novamente certamente
Fingirei que não a vi, mas a lua sua danada clareou
Seu caminho e o sol apontou a direção. Oh vento
Por que ajudou ela a fugir? Sopraste forte levando
Para longe de mim, a chuva malandrinha colaborou
Mandando as águas apagar seu pequeno rastinho.
As estrelas disseram que a viram, mas não me ajudaram
Por que as águas ajudaram, o vento, a chuva o sol
Tudo conspirou contra mim, volte aqui folhinha linda da roseira
Eu prometi cuidar de você. Desde que ela se foi a roseira secou
Nem uma folha em seus galhos restou.
As rosas choraram sua falta e eu olhei de longe
E percebi então que com a natureza não se brinca
Mesmo que seja para cuidar de uma folhinha.

Texto da escritora Luzia Couto. Direitos Autorais Reservados a autora. Proibida a cópia, colagem, reprodução de qualquer natureza ou divulgação em qualquer meio, do todo ou parte desta obra, sem autorização expressa da autora sob pena de violação das Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual.
Luzia Couto é autora do Romance "Uma prisão no paraíso", á venda nas livrarias Clube de Autores (Versão Impressa) e Amazon (Versão Digital).

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I promised the sun, the moon promised that you take care,
The stars were knowing and told the wind,
The rain so soon learned also told the water,
For every nature and earth heard of my tract.
Now how do you disappeared I neglected and gone,
As you encounter even the moon saw you.
I've asked for the sun, but he refuses to help me
I left the wind, but it certainly will not tell me,
The stars so they will help me, but the waters
They saw where it was and then erased his tracks
At the behest of rain.
How do I find you ungrateful and heartless,
But if one day I certainly see again
I pretend not to see, but the moon your damned cleared
His way and the sun pointed out the direction. Oh wind
Why did you help her escape? strong blew leading
Away from me, the rain helped Malandrinha
Sending the water delete your little rastinho.
The stars said they saw but did not help me
Why the water helped, the wind, the rain the sun
Everything conspired against me, come back the beautiful rosebush folhinha
I promised to take care of you. Since she was the rosebush dried
Not a leaf on its branches left.
Roses wept miss and I looked away
And I realized then that the nature does not play
Even if it is to take care of a leaf.

Luzia Couto writer of the text. Copyright reserved to the author. The copying, collage, reproduction or disclosure of any kind in any medium of all or part of this work without permission of the author under penalty of violation of Brazilian law and International Protection of Intellectual Property Rights.

Luzia Couto is romance author "A prison in paradise", for sale in bookstores Authors Club (Print Version) and Amazon (Digital Version).
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Prometí al sol, la luna prometió que se cuide,
Las estrellas fueron conociendo y le dijo al viento,
La lluvia tan pronto supo también le dijo al agua,
Por cada naturaleza y la tierra de mi oído vías.
Ahora, ¿cómo desapareció descuidé y venido,
Como se encuentra con incluso la luna que vio.
He pedido el sol, pero él se niega a ayudarme
Salí del viento, pero ciertamente no me dirá,
Las estrellas por lo que me va a ayudar, pero las aguas
Vieron donde estaba y después se pueden borrar sus pistas
A instancias de la lluvia.
¿Cómo encuentro que ingrata y sin corazón,
Pero si un día ciertamente veo de nuevo
No pretendo ver, pero la luna tu maldito aclaré
Su camino y el sol señalaron la dirección. Oh viento
¿Por qué usted ayuda a escapar? sopló fuerte que conduce
Lejos de mí, la lluvia ayudó Malandrinha
Enviando el agua elimine su pequeño rastinho.
Las estrellas dijeron que habían visto, pero no me ayudaron
¿Por qué el agua ayudó, el viento, la lluvia el sol
Todo conspirado contra mi, vuelve el hermoso rosal folhinha
Prometí cuidar de ti. Desde que se secó el rosal
No es una hoja en sus ramas izquierda.
Rosas lloraron perder y me apartaron la vista
Y entonces me di cuenta de que la naturaleza no juega
Incluso si se trata de cuidar de una hoja.

Luzia Couto escritor del texto. Los derechos de autor reservado al autor. La copia, el collage, reproducción o divulgación de cualquier tipo en cualquier medio de todo o parte de este trabajo sin permiso del autor bajo pena de violación de la ley brasileña y Protección Internacional de los Derechos de Propiedad Intelectual.

Luzia Couto es autor el romance "Una prisión en el paraíso", a la venta en las librerías Autores Club (Versión impresa) y Amazon (versión digital).
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J'ai promis le soleil, la lune a promis que vous prenez soin,
Les étoiles en sachant et dit le vent,
La pluie si vite appris a également dit l'eau,
Pour chaque nature et de la terre entendu parler de mon appareil.
Maintenant, comment voulez-vous que je négligeais disparu et parti,
Comme vous rencontrez même la lune que vous avez vu.
J'ai demandé pour le soleil, mais il refuse de me aider
Je quittai le vent, mais il ne sera certainement pas me dire,
Les étoiles afin qu'ils me aider, mais les eaux
Ils virent où il était, puis effacé ses traces
A la demande de la pluie.
Comment puis-je vous trouve ingrat et sans cœur,
Mais si un jour je vois certainement à nouveau
Je fais semblant de ne pas voir, mais la lune de votre DAMNED éclaircis
Son chemin et le soleil a souligné la direction. Oh vent
Pourquoi avez-vous aidé son évasion? forte soufflé leader
Loin de moi, la pluie a aidé Malandrinha
Envoi de l'eau supprimer votre petit rastinho.
Les étoiles ont dit avoir vu, mais ne m'a pas aidé
Pourquoi l'eau a aidé, le vent, la pluie le soleil
Tout conspiré contre moi, revenir la belle folhinha de rosebush
Je promis de prendre soin de vous. Depuis qu'elle a été le rosier séché
Pas une feuille sur ses branches gauche.
Roses pleurèrent manqué et je détournèrent
Et je compris alors que la nature ne joue pas
Même si elle est de prendre soin d'une feuille.

Luzia Couto auteur du texte. Droit d'auteur réservé à l'auteur. La copie, le collage, la reproduction ou la divulgation de toute nature sur tout support de tout ou partie de ce travail sans l'autorisation de l'auteur, sous peine de violation de la loi brésilienne et de la protection internationale des droits de propriété intellectuelle.

Luzia Couto est roman auteur "Une prison au paradis", en vente dans les librairies Auteurs Club (Version imprimable) et Amazon (Digital Version).

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