Pular para o conteúdo principal

Literatura | Conto | A historia de amor de Helen.

   Helen morava com sua família em um bairro da capital, moça muito bonita e trabalhadeira, todos admiravam Helen por sua beleza e meiguice, sempre gentil com todos que a conheciam. Era filha do s.r. Marcos e de dona Miralda, tinha mais duas irmãs Elenice e Helena, as três estudavam e apenas Helen trabalhava pois era a mais velha, depois do trabalho no fim da tarde a moça ia para a faculdade cursava engenharia civil, mas o que gostava mesmo de fazer era cuidar das flores das plantas, sempre que podia estava ela no meio das flores observando suas nuances e folhas, sempre dizia para mãe o que acha de fazermos um jardim bem maior adoro cuidar destas mimosas flores.
A mãe sempre alertava filha precisa estudar e gostar do que vai fazer depois de formar a moça sorria e pensava vou trabalhar na minha área sim, mas vou praticar botânica nas horas vagas. Assim o tempo passou as irmãs de Helen sempre saiam a noite, mas como ela estudava não tinha como sair, nos fins de semana ela ajudava a mãe a cuidar da casa depois de fazer os estudos diários que sempre trazia.
Helen gostava muito de ver as ornamentações das festas no salão da faculdade sempre observava os detalhes e imaginava eu faço bem melhor que isto um dia vou mostrar para o mundo minha capacidade. No fim do ano ela conheceu um rapaz na festa de confraternização da igreja, a família era muito religiosa todos os domingos iam juntos para a missa matinal. Ela se encantou por Patrick moço bonito alto moreno olhos verdes, ficaram amigos, mas o coração da moça batia forte por Patrick, resolveram sair uma noite para dançar iam no centro havia uma festa e o cantor favorito do rapaz ia se apresentar, ela despediu da mãe as irmãs foram juntas, depois de dançarem sentaram para tomar um suco, eles se beijaram foi um saltitam o coração dela. Ficou tão feliz que ligou para uma amiga e contou Eliza eu beijei o moreno que te falei, estou muito feliz. Eles continuaram saindo, estavam namorando agora, o namoro ia muito bem ele frequentava a casa dela conheceu os pais e ficaram amigos.
Depois de mais um ano a moça terminou a faculdade, ainda namorava ficaria noiva no natal, seria uma festa e duas comemorações, festa de formatura e noivado tudo junto, as famílias estavam felizes os pais do moço estavam alegres com Helen, afinal ela era uma moça bonita alegre e muito educada, a festa foi um sucesso, mas a moça estava preocupada achava que estava gravida teria que antecipar de noivado a casamento. Quando disse ao moço ele tratou de providenciar o casamento, o que a família estranhou muito, mas tudo bem, cuidaram de tudo com maior carinho, a festa seria no salão da igreja, o dia chegou Helen tinha feito a ornamentação do local que ficou lindo todos admiravam e diziam você é uma artista menina, sempre gentil agradecia o carinho das pessoas, o casamento foi um sucesso, ficou lindo. Passados os meses nasceu Bruna a filha do casal, linda e muito sorridente crescia em meio a muito carinho e mimos por parte das avós, Helen trabalhava numa empresa de construção civil, e no intervalo trabalhava numa empresa de decoração da cidade ela cuidava da ornamentação dos salões escolhia as flores e arranjos como se fosse para própria casa, tinha excelente gosto e refino, tudo saia perfeito, recebia muitos elogios de mulheres e homens o que Patrick não gostava era muito ciumento, até então eles viviam um amor lindo eram um casal perfeito, mas os ciúmes do homem estava deixando Helen muito preocupada, com o tempo as brigas aumentaram e Helen se separou, Bruna já tinha seus 05 anos e sentia falta do pai, a mãe sempre desdobrava em carinhos e mimos mas a menina queria mesmo era o pai, então a mãe resolveu chamar o pai e decidiram você virá ver sua filha e levar para um passeio quando quiser, mas na hora marcada tem que trazer de volta, Bruna ficou feliz sempre saia com o pai, o tempo passou a menina cresceu e Helen continuava trabalhando com suas flores cada vez melhor e continuava recebendo muitos elogios, ela arranjou um namorado de fora do país que prometeu fazer a moça muito feliz, sua filha estava uma moça linda educada e responsável o que enchia Helen de orgulho. Como tudo que fazemos com amor acaba bem, a empresa de Helen crescia e ela tinha vários funcionários, Patrick visitava a filha sempre, Bruna estudava bastante puxou a mãe, as famílias continuaram amigas e torciam por Helen e Bruna. Diz uma lenda que uma princesa sempre encontra um príncipe Helen espera ter encontrado o dela.

Texto escrito por Luzia Couto. Direitos Autorais Reservados a autora. Proibida a cópia, colagem, reprodução de qualquer natureza ou divulgação em qualquer meio, do todo ou parte desta obra, sem autorização expressa da autora sob pena de violação das Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos de propriedade intelectual.



Mais Vistas do Mês

A menina que gostava da chuva.

Um dia frio e chuvoso como Línea gostava ela ficava da janela olhando a rua onde pessoas passavam apressadas por causa da chuva e os carros passavam molhando tudo que estivesse ao lado, as crianças que brincavam na rua correndo nas poças de água gritavam e jogavam água uns nos outros isto para Línea era o máximo como ela sentia vontade de sair e fazer o mesmo, mas não podia estava presa a uma cadeira de rodas. Sua mãe Micaela sofria ao ver sua princesinha tão bela e jovem presa a uma cadeira sem poder andar mas sentia conformada pois sabia que se Deus lhe deu uma filha assim ela merecia e ainda mais porque sua filha era bela inteligente e tinha saúde apenas não podia andar, mas ela era feliz o que parecia. O Pai José não aceitava muito bem achava que era praga de uma cigana que conheceu na adolescência e havia lhe rogado uma praga, ele havia xingado a cigana que proferiu algumas palavras e ele entendeu como praga. Mas sua esposa não pensava assim sabia que Deus não castigaria uma cria…

Poema | Ciclo da Vida.

Diante da vida coloco minhas expectativas de dias melhores e horas mais felizes e alegres, coloco minha esperança e minha angustia em saber que talvez esse dia nunca chegue. Coloco as tristezas e solidão, diante da vida dispo-me das mentiras que ocultamente atravessa os corações.
Diante da vida coloco a gratidão por todo bem recebido e acolhido de bom grado, coloco também a morte inesperada, mas sabida de todo vivente. Coloco também a verdade da vida sofrida que muitos vivem sem que outros saibam e possam estender-lhes as mãos.
Diante da morte não tem remédios todo ser vivente tomba independente do credo ou raça, morte é vida mesmo que pareça absurdo imaginar assim. Morrer para uns é vida para outros, talvez o sofrimento que faz corroer a carne não lhe vá corroer a alma assim o corpo morre, mas a alma vive eternamente.

Diante da morte e da vida não temos escolhas, nascemos, vivemos e depois morremos. Ao nascermos é alegria e festa, ao morrermos lágrimas e lamentos. Assim o ciclo inic…

Conto | Júlia a menina de rua.

Júlia é uma menina linda e perdida nas ruas, ela vive nas ruas desde seus quatro anos, sua mãe Jamyli a levava para escola quando foi assaltada e assassinada perto de Júlia. Desde esse dia a menina se perdeu nas ruas e nunca mais voltou para casa onde vivia sua avó que tinha mais de 70 anos. A avó procurou pela menina por muito tempo sem noticias. Enquanto isto Júlia vivia dormindo nas calçadas, longe de seu bairro, durante o dia comia restos de lixo e as vezes, ganhava um pedaço de pão de alguém que lhe oferecia. A noite chegava e Júlia se agarrava a seu ursinho de pelúcia e fazia sua pasta de cadernos de travesseiro. Na manhã seguinte ela caminhava sem rumo e acabava cada vez mais longe de sua avó. Numa destas manhãs ela encontrou outra criança um pouco mais velha que ela, Rita tinha 10 anos e ela tinha seis, fazia dois anos estava perdida nas ruas e seus sapatos havia estragado, ela andava descalça e seu vestido estava todo rasgado. Rita sempre procurava um local mais escondido, on…